<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Touch Points</title>
	<atom:link href="http://www.touchpoints.com.br/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.touchpoints.com.br</link>
	<description>Experiência do usuário orientada ao e-commerce</description>
	<lastBuildDate>Tue, 08 May 2012 17:14:19 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.1.2</generator>
	<!-- Wordpres Counter -->
	<item>
		<title>A interface de pesquisa em aplicativos móveis (Parte II)</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/a-interface-de-pesquisa-em-aplicativos-moveis-parte-ii.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/a-interface-de-pesquisa-em-aplicativos-moveis-parte-ii.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 May 2012 17:14:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrey de Azevedo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Design Centrado no Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Persuasão]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do Usuário]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=584</guid>
		<description><![CDATA[Retornamos hoje com a continuação do post  “A Interface de pesquisa em aplicativos móveis”, mostrando mais dois tipos de interface que identificam padrões diferentes na experiência de usuário (UX). &#160; Pesquisa dinâmica Esse padrão também pode ser chamado de filtragem dinâmica. Ao introduzir um texto no campo de busca, dinamicamente a interface irá filtrar os &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/a-interface-de-pesquisa-em-aplicativos-moveis-parte-ii.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Retornamos hoje com a continuação do post  <a href="http://www.touchpoints.com.br/a-interface-de-pesquisa-em-aplicativos-moveis-parte-i.html">“A Interface de pesquisa em aplicativos móveis”</a>, mostrando mais dois tipos de interface que identificam padrões diferentes na experiência de usuário <a href="http://www.touchpoints.com.br/experiencia-do-usuario" target="_blank">(UX)</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Pesquisa dinâmica</strong></p>
<p>Esse padrão também pode ser chamado de filtragem dinâmica. Ao introduzir um texto no campo de busca, dinamicamente a interface irá filtrar os dados na tela.	Observe, nos exemplos pode se constatar uma semelhança com o auto-complete, porém o tipo de interação é diferente.	O padrão de pesquisa dinâmica é usado para refinar ou mover para baixo uma lista existente e visível de objetos. Nestes exemplos de BlackBerry App World e World Mate no Android, aplicativos e hotéis, respectivamente, são exibidos na página.</p>
<div id="attachment_585" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/05/4.7_BlackBerry_and_WorldMate.jpg"><img class="size-medium wp-image-585" title="4.7_BlackBerry_and_WorldMate" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/05/4.7_BlackBerry_and_WorldMate-300x217.jpg" alt="" width="300" height="217" /></a><p class="wp-caption-text">BlackBerry App World e WorldMate oferecem a busca dinâmica para a refinação de uma grande lista de resultados.</p></div>
<p>Esse tipo de interface funciona bem para a refinação de conjuntos limitados de dados, como um livro de endereços ou uma biblioteca de mídia pessoa, mas pode ser impraticável procurar grandes conjuntos de dados de múltiplas fontes, o que afeta a <a href="http://www.touchpoints.com.br/usabilidade" target="_blank">usabilidade</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Pesquisa de Escopo</strong></p>
<p>Às vezes é mais fácil (e mais rápido) obter o resultado desejado selecionando um tipo de determinado escopo, que limite a busca. O Google e o Photobucket usam imagens diferentes para o mesmo fim.</p>
<div id="attachment_586" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/05/4.8_Google_and_Photobucket1.jpg"><img class="size-medium wp-image-586" title="4.8_Google_and_Photobucket1" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/05/4.8_Google_and_Photobucket1-300x243.jpg" alt="" width="300" height="243" /></a><p class="wp-caption-text">O Google usa uma sobreposição para apresentar as opções de escopo, enquanto o Photobucket utiliza uma caixa de diálogo.</p></div>
<p>O Allrecipes permite que você selecione os critérios (ou filtros) antes de apresentar a pesquisa. Já o padrão do Dropbox é inicialmente um escopo total (all), mas você pode mudá-lo para arquivos ou pastas antes ou depois de apertar o botão de busca.</p>
<div id="attachment_587" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/05/3.jpg"><img class="size-medium wp-image-587" title="3" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/05/3-300x220.jpg" alt="" width="300" height="220" /></a><p class="wp-caption-text">Allrecipes possui um maior tipo de opções de escopo. Dropbox é mais simples, com apenas três.</p></div>
<p>No próximo post da <a href="http://www.touchpoints.com.br/" target="_blank">Touch Points</a> retornaremos com mais dois tipos de interface de busca. Até lá!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Smashing Magazine</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/a-interface-de-pesquisa-em-aplicativos-moveis-parte-ii.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A Interface de pesquisa em aplicativos móveis (Parte I)</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/a-interface-de-pesquisa-em-aplicativos-moveis-parte-i.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/a-interface-de-pesquisa-em-aplicativos-moveis-parte-i.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 12:41:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrey de Azevedo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Design Centrado no Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[barra de buscas]]></category>
		<category><![CDATA[experiência de usuário]]></category>
		<category><![CDATA[interface]]></category>
		<category><![CDATA[Search]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[ux]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=569</guid>
		<description><![CDATA[O mundo moderno possibilitou uma otimização no caráter de busca que nós utilizamos no nosso dia a dia. Isso vem se tornando cada vez mais aparente quando falamos da plataforma digital, principalmente móvel, que faz parte da nossa rotina. Antigamente, para se pesquisar algum imóvel onde você quisesse morar, era necessário que abrisse algum jornal &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/a-interface-de-pesquisa-em-aplicativos-moveis-parte-i.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mundo moderno possibilitou uma otimização no caráter de busca que nós utilizamos no nosso dia a dia. Isso vem se tornando cada vez mais aparente quando falamos da plataforma digital, principalmente móvel, que faz parte da nossa rotina.</p>
<p>Antigamente, para se pesquisar algum imóvel onde você quisesse morar, era necessário que abrisse algum jornal e lesse um a um os itens dos classificados, procurando a região, o valor, quantos quartos e demais informações.</p>
<p>Em um restaurante a cena era mesma. Para tomar ciência dos pratos oferecidos pela casa era necessária uma análise no cardápio, para saber o tipo de comida e os valores dali.</p>
<p>Hoje em dia, porém, as buscas que realizamos em sites e até mesmo em nossos celulares organizam rapidamente todas as informações que necessitamos. A utilidade das barras de buscas tem adquirido cada vez mais opções de funcionalidade, variando com a experiência de usuário <a href="http://www.touchpoints.com.br/experiencia-do-usuario">(UX)</a> de cada um.</p>
<p>Sendo assim, nessa série de posts  da<a href="http://www.touchpoints.com.br/"> TouchPoints</a>, iremos falar basicamente sobre três ideias fundamentais para a interface do usuário: Ordenar, pesquisar e filtrar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Padrões de busca:</p>
<p>- Pesquisa explícita</p>
<p>- <em>Auto-complete</em></p>
<p>- Pesquisa dinâmica</p>
<p>- Pesquisa de escopo</p>
<p>- Salvo &amp; Recentes</p>
<p>- Formulários de busca</p>
<p>- Resultados de pesquisa</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Pesquisa explicíta</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A pesquisa explícita necessita de uma ação, um comando,  para executar a visualização dos resultados da pesquisa solicitada. Essa ação poderia ser um clique em um botão de pesquisa na tela, como o caso do Walmart Mobile, ou no teclado como a Target. Os resultados são geralmente exibidos abaixo a barra de pesquisa. Um emparelhamento deve ser considerado em relação à pesquisa explícita com o padrão de <em>auto-complete</em>.</p>
<div id="attachment_570" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/04/4.2_Walmart_and_Target1.jpg"><img class="size-medium wp-image-570" title="4.2_Walmart_and_Target1" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/04/4.2_Walmart_and_Target1-300x220.jpg" alt="" width="300" height="220" /></a><p class="wp-caption-text">Walmart utiliza um botão de pesquisa (Go) na tela, Target utiliza a Pesquisa sobre o teclado.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://sites.target.com/site/en/spot/page.jsp?title=iphone_app"> </a></p>
<div id="attachment_571" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/04/4.3_Target1.jpg"><img class="size-medium wp-image-571" title="4.3_Target1" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/04/4.3_Target1-300x220.jpg" alt="" width="300" height="220" /></a><p class="wp-caption-text">Ocorre o Loading e, em seguida, os resultados de pesquisa são exibidos.</p></div>
<p><em><br />
</em></p>
<p>Surgirá uma opção de limpar (clear) e uma botão de cancelar. Use o feedback para mostrar a pesquisa que está sendo realizada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Auto-complete</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um dos padrões de pesquisas mais úteis que surgiram no Web 2.0 é  o <em>auto-complete</em>. Ao digitar algo no campo de pesquisa, imediatamente o usuário verá um conjunto de resultados possíveis, bastando tocar em um deles para selecioná-lo para que a pesquisa seja realizada. Porém, se nenhum dos resultados for o desejado, ele pode continuar e a escrever livremente e após isso clicar no botão de pesquisa explícita.</p>
<div id="attachment_572" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/04/3.jpg"><img class="size-medium wp-image-572" title="3" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/04/3-300x231.jpg" alt="" width="300" height="231" /></a><p class="wp-caption-text">Android Marketplace (Google Play) e Netflix: ambos utilizam o auto-complete</p></div>
<p>Idealmente, os resultados serão exibidos imediatamente, mas um indicador de progresso (busca &#8230;) deve ser usado pelo sistema. Netflix (acima) utiliza um indicador no campo de pesquisa, enquanto que Fidelity (abaixo) mostra os resultados em que um irá eventualmente ser exibido.</p>
<p><a href="http://personal.fidelity.com/products/trading/mobile/android.shtml"> </a></p>
<div id="attachment_574" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/04/41.jpg"><img class="size-medium wp-image-574" title="4" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/04/41-300x243.jpg" alt="" width="300" height="243" /></a><p class="wp-caption-text">Fidelity apresenta feedback ao carregar as opções de auto-completar.</p></div>
<p>O TripAdvisor ™ fornece um maior auto-complete, agrupando os resultados por destinos populares, hotéis, restaurantes. LinkedIn faz algo semelhante, mostrando ligações diretas primeiro e depois outras pessoas no LinkedIn.</p>
<div id="attachment_575" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/04/5.jpg"><img class="size-medium wp-image-575" title="5" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/04/5-300x234.jpg" alt="" width="300" height="234" /></a><p class="wp-caption-text">TripAdvisor e LinkedIn: grupo das opções sugeridas.</p></div>
<p>Forneça um feedback se por acaso haver um atraso na exibição dos resultados. Considere o texto da pesquisa enfatizando correspondência nos resultados da pesquisa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No próximo post do blog da <a href="http://www.touchpoints.com.br/">TouchPoints</a>, continuaremos abordando os tipos de interfaces que tem relação com a experiência do usuário (UX) em relação aos tipos de pesquisas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Smashing Magazine</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/a-interface-de-pesquisa-em-aplicativos-moveis-parte-i.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Guia extensivo de usabilidade Web Form – Parte VIII</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/guia-extensivo-de-usabilidade-web-form-%e2%80%93-parte-viii.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/guia-extensivo-de-usabilidade-web-form-%e2%80%93-parte-viii.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 14:37:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Demaman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conversão em E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Otimização da taxa de conversão]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=546</guid>
		<description><![CDATA[Dando seguimento ao guia de usabilidade em formulários na web, saiba como funciona o terceiro item que compõe um formulário na web. 3. Ações Ações primárias vs secundárias. Ações primárias são links e botões em um formulário que executam a funcionalidade essencial &#8220;final&#8221;, como &#8220;Save&#8221; e &#8220;Enviar&#8221;. Ações secundárias, como &#8220;Voltar&#8221; e &#8220;Cancelar&#8221;, permitem que os &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/guia-extensivo-de-usabilidade-web-form-%e2%80%93-parte-viii.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dando seguimento ao guia de <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/">usabilidade</a></strong> em formulários na web, saiba como funciona o terceiro item que compõe um formulário na web.</p>
<p><strong>3. Ações</strong></p>
<p><strong>Ações primárias vs secundárias</strong>. Ações primárias são links e botões em um formulário que executam a funcionalidade essencial &#8220;final&#8221;, como &#8220;Save&#8221; e &#8220;Enviar&#8221;. Ações secundárias, como &#8220;Voltar&#8221; e &#8220;Cancelar&#8221;, permitem que os usuários retraiam dados que eles acessaram. Se for clicado por engano, ações secundárias normalmente têm conseqüências indesejadas, por isso use apenas as principais ações sempre que possível. Se você deve incluir ações secundárias, dar-lhes peso, menos visual do que ações primárias.</p>
<div id="attachment_548" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/03/StLouisCommunityCollege-webform-actionbuttons-a.jpg"><img class="size-full wp-image-548" title="StLouisCommunityCollege-webform-actionbuttons-a" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/03/StLouisCommunityCollege-webform-actionbuttons-a.jpg" alt="" width="450" height="364" /></a><p class="wp-caption-text">Não distinguir claramente entre ações primárias e secundárias podem facilmente levar ao fracasso. Os botões de ação acima são encontradas no final de uma forma longa para se matricular em St. Louis Community College.</p></div>
<p><strong>Convenções de nomenclatura.</strong> Evite palavras genéricas como &#8220;Enviar&#8221; para as ações, porque eles dão a impressão de que a forma em si é genérica. Palavras e frases descritivas, como &#8220;LinkedIn&#8221;, são os preferidos.</p>
<div id="attachment_549" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/03/coke.jpg"><img class="size-full wp-image-549" title="coke" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/03/coke.jpg" alt="" width="500" height="350" /></a><p class="wp-caption-text">A Coca-Cola dá mais importância para o botão de ação primária, que se contenta com a palavra genérica &quot;Enviar&quot;. Neste caso, &quot;Registre-se conosco&quot; teria sido mais útil.</p></div>
<p>Fonte: Smashing Magazine</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/guia-extensivo-de-usabilidade-web-form-%e2%80%93-parte-viii.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Guia extensivo de usabilidade Web Form – Parte VII</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/guia-extensivo-de-usabilidade-web-form-%e2%80%93-parte-vii.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/guia-extensivo-de-usabilidade-web-form-%e2%80%93-parte-vii.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 18:15:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Demaman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design de Persuasão]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=541</guid>
		<description><![CDATA[No segundo aspecto do guia de usabilidade em formulários na web, saiba como funciona o segundo item &#8220;os campos de entrada&#8221; em um formulário na web. 2. Campos de Entrada O campo de entrada fornece o tipo apropriado com base no que está sendo solicitado. Cada tipo de campo de entrada tem suas próprias características, que &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/guia-extensivo-de-usabilidade-web-form-%e2%80%93-parte-vii.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No segundo aspecto do guia de <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br">usabilidade</a></strong> em formulários na web, saiba como funciona o segundo item &#8220;os campos de entrada&#8221; em um formulário na web.</p>
<p><strong>2. Campos de Entrada</strong></p>
<p>O campo de entrada fornece o tipo apropriado com base no que está sendo solicitado. Cada tipo de campo de entrada tem suas próprias características, que os usuários estão acostumados.</p>
<p>Campos de entrada de personalização não inventam novos tipos de campos de entrada. Isso era comum nos primeiros sites em Flash. O simples é muitas vezes o mais útil. Mantenha campos de entrada fechados no HTML.</p>
<div id="attachment_542" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/03/bit.jpg"><img class="size-full wp-image-542" title="bit" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/03/bit.jpg" alt="" width="500" height="350" /></a><p class="wp-caption-text">Alterar a interface de campos de entrada irá confundir os usuários</p></div>
<p>Restrinja o formato dos campos de entrada se você precisar diminuir o formato dos dados introduzidos pelos usuários. Por exemplo, em vez de exibir MM / DD / AAAA ao lado de um campo de texto para uma data, considerar o uso de três campos drop-down ou, melhor ainda, um controle de calendário.</p>
<p>Campos obrigatórios vs opcionais. Os campos de entrada não podem ser deixados em branco pelo usuário. A convenção é usar um asterisco (*). Qualquer símbolo vai funcionar desde que a legenda seja visível e indique o que significa (mesmo que seja um asterisco).</p>
<p>Fonte: Smashing Magazine</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/guia-extensivo-de-usabilidade-web-form-%e2%80%93-parte-vii.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Guia extensivo de usabilidade Web Form – Parte VI</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/guia-extensivo-de-usabilidade-web-form-%e2%80%93-parte-vi.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/guia-extensivo-de-usabilidade-web-form-%e2%80%93-parte-vi.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Mar 2012 20:19:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Demaman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Experiência do Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=529</guid>
		<description><![CDATA[Aspecto 3: A Aparência No terceiro aspecto do guia de usabilidade em formulários na web, entenda o porquê da interface de aparência ou de usuário (UI) ser fundamental para a usabilidade de um formulário Web, e as várias orientações para que funcione da melhor forma possível. Para simplificar a discussão, vamos agrupá-los em seis componentes &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/guia-extensivo-de-usabilidade-web-form-%e2%80%93-parte-vi.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Aspecto 3: A Aparência</strong></p>
<p>No terceiro aspecto do guia de <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/">usabilidade</a></strong> em formulários na web, entenda o porquê da interface de aparência ou de usuário (UI) ser fundamental para a <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/">usabilidade</a></strong> de um formulário Web, e as várias orientações para que funcione da melhor forma possível. Para simplificar a discussão, vamos agrupá-los em seis componentes apresentados anteriormente e que serão postados um a um nesta série.</p>
<p><strong>1. Rótulos</strong></p>
<p>Palavras individuais versus frases. Se o propósito de um rótulo é simples de entender, como pedir um nome ou número de telefone, logo, uma ou duas palavras devem bastar. Mas uma frase ou sentença pode ser necessária para eliminar a ambiguidade.</p>
<div id="attachment_530" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/03/amazon_reg.jpg"><img class="size-full wp-image-530" title="amazon_reg" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/03/amazon_reg.jpg" alt="" width="500" height="423" /></a><p class="wp-caption-text">o formulário da Amazon contém frases completas.</p></div>
<p><strong>Sentença vs caso de título.</strong> Deve ser &#8220;Nome e Sobrenome&#8221; ou &#8220;Nome e sobrenome&#8221;? Sentença é um pouco mais fácil e, portanto, mais rápido &#8211; para seguir gramaticalmente de caso de título. Uma coisa é certa: nunca use letras maiúsculas, ou outra forma, pois ficaria antiprofissional e difícil de verificar.</p>
<div id="attachment_531" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/03/bn1.jpg"><img class="size-full wp-image-531" title="bn1" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/03/bn1.jpg" alt="" width="500" height="423" /></a><p class="wp-caption-text">Viu como é difícil verificar rapidamente os rótulos na forma da Barnes &amp; Noble de registro?</p></div>
<p><strong>Dois pontos no final nos rótulos </strong>de interface do usuário para algumas aplicações e sistemas operacionais. O Windows, por exemplo, recomenda a adição de dois pontos no final de etiquetas de formulário. Alguns designers de formulários on-line adeririam a este modelo, principalmente porque os leitores confiam mais no símbolo de dois pontos para indicar um rótulo. Leitores de tela modernas contam com mark-up (especificamente, a tag label). Caso contrário, o cólon é uma questão de preferência e não aumenta nem diminui a <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br">usabilidade</a></strong> do formulário, contanto que o estilo é consistente.</p>
<p><strong>Alinhamento de rótulos topo vs. esquerda vs. direita:</strong> Acima do campo de entrada nem sempre é o local mais útil para um rótulo. É ideal se você deseja que os usuários preencher o formulário o mais rápido possível. Mas há momentos em que você vai querer deliberadamente atrasá-los, de modo que eles percebam e leiam os rótulos com atenção. Além disso, manter uma forma longa de uma única coluna, fazendo com que os usuários rolem a página é melhor do que quebrá-la em colunas, numa tentativa de manter tudo. Cada estilo de alinhamento tem suas vantagens e desvantagens.</p>
<div id="attachment_532" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/03/00-Table-webform-alignment.jpg"><img class="size-full wp-image-532" title="00-Table-webform-alignment" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/03/00-Table-webform-alignment.jpg" alt="" width="500" height="615" /></a><p class="wp-caption-text">* Horários obtido de “Label Placement in Forms”, de Matteo Penzo.</p></div>
<div id="attachment_533" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/03/makeup1.jpg"><img class="size-full wp-image-533" title="makeup1" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/03/makeup1.jpg" alt="" width="500" height="350" /></a><p class="wp-caption-text">Formulários nunca deve conter mais de uma coluna. Observe como é fácil ignorar a coluna da direita aqui na Makeup Geek (para não mencionar a nota sobre &quot;Os campos obrigatórios&quot; na parte inferior).</p></div>
<p>Fonte: Smashing Magazine</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/guia-extensivo-de-usabilidade-web-form-%e2%80%93-parte-vi.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Guia extensivo de usabilidade Web Form – Parte V</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/guia-extensivo-de-usabilidade-web-form-%e2%80%93-parte-v.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/guia-extensivo-de-usabilidade-web-form-%e2%80%93-parte-v.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Mar 2012 21:12:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Demaman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Persuasão]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=516</guid>
		<description><![CDATA[Saiba mais sobre o segundo aspecto que deve ser levado em conta no guia de usabilidade para formulários na web. Aspecto 2: A conversa Um formulário é uma conversa. E, como uma conversa, ele representa uma comunicação bidirecional entre duas partes, neste caso, o utilizador e a organização. De fato, o utilizador preencheu o formulário &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/guia-extensivo-de-usabilidade-web-form-%e2%80%93-parte-v.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saiba mais sobre o segundo aspecto que deve ser levado em conta no guia de <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br">usabilidade</a></strong> para formulários na web.</p>
<p><strong>Aspecto 2: A conversa</strong></p>
<p>Um formulário é uma conversa. E, como uma conversa, ele representa uma comunicação bidirecional entre duas partes, neste caso, o utilizador e a organização. De fato, o utilizador preencheu o formulário a fim de iniciar uma comunicação com a organização.</p>
<p>Por exemplo, em uma rede social, um usuário preenche um formulário de registo para informar à organização que eles gostariam de participar. Ao convidar seu pedido (automaticamente ou manualmente), a organização gostaria de pedir ao usuário uma série de perguntas (na forma de etiquetas), como seu nome, sobrenome, endereço de e-mail e assim por diante. Após a aceitação (ou recusa), a empresa informa o usuário sobre o resultado, completando assim o processo de comunicação.</p>
<p>Analisando os formulários a partir dessa perspectiva se produz algumas diretrizes:</p>
<p>•	Como mencionado, um formulário é uma conversa, não um interrogatório. Textos agressivos em rótulos farão os usuários se sentirem nervosos, e eles provavelmente irão lhe dar as respostas que querem ouvir, ao invés da verdade.</p>
<p>•	Ordene os rótulos logicamente, refletindo o fluxo natural de uma conversa. Por exemplo, não seria estranho pedir a alguém o seu nome só depois de terem pedido uma série de outras questões? As perguntas mais envolventes devem vir no final do formulário.</p>
<p>•	Grupo de informações relacionadas, tais como dados pessoais. O fluxo de um conjunto de questões para a próxima será melhor se assemelhar a um conversa.</p>
<div id="attachment_519" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/03/yahoo1.jpg"><img class="size-full wp-image-519" title="yahoo" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/03/yahoo1.jpg" alt="" width="500" height="350" /></a><p class="wp-caption-text">Formulário de inscrição Yahoo. Grupos conteúdo relacionado por meio de títulos roxos e linhas finas.</p></div>
<div id="attachment_520" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/03/cc11.jpg"><img class="size-full wp-image-520" title="cc1" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/03/cc11.jpg" alt="" width="500" height="423" /></a><p class="wp-caption-text">Enquanto grupos de contatos constantes relacionam conteúdo, ele também separa os demais grupos, o que poderia confundir o usuário.</p></div>
<p>•	Como em uma conversa real, cada rótulo deve abordar um tema de cada vez, ajudando o usuário a responder no campo de entrada correspondente.</p>
<p>•	As pausas naturais em uma conversa indicarão onde introduzir espaço em branco, como rótulos de grupo e talvez quebrar a forma ao longo de várias páginas.</p>
<p>•	Em qualquer conversa, as pessoas se distraem com o ruído de fundo. Então, remover a desordem, tais como banners e navegação desnecessária que poderiam distrair os usuários de preencher o formulário.</p>
<div id="attachment_521" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/03/dropbox1.jpg"><img class="size-full wp-image-521" title="dropbox1" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/03/dropbox1.jpg" alt="" width="500" height="423" /></a><p class="wp-caption-text">O Dropbox fornece um bom exemplo de como um formulário de inscrição deve se parecer. O espaço em branco é eficaz, e a página organizada.</p></div>
<p>Fonte: Smashing Magazine</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/guia-extensivo-de-usabilidade-web-form-%e2%80%93-parte-v.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Guia extensivo de usabilidade Web Form – Parte IV</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/guia-extensivo-de-usabilidade-web-form-%e2%80%93-parte-iv.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/guia-extensivo-de-usabilidade-web-form-%e2%80%93-parte-iv.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 16:54:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Demaman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=509</guid>
		<description><![CDATA[Seguindo a série &#8220;Guia extensivo de usabilidade Web Form&#8221; saiba como estabelecer ou melhorar a usabilidade e a relação entre o usuário e a organização a partir de seus formulários. Aspecto 1: O Relacionamento &#8220;Nenhum homem é uma ilha&#8221;, disse o poeta inglês do século XVII , humorista, advogado e padre John Donne. De fato, os seres humanos &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/guia-extensivo-de-usabilidade-web-form-%e2%80%93-parte-iv.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Seguindo a série &#8220;Guia extensivo de usabilidade Web Form&#8221; saiba como estabelecer ou melhorar a <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/">usabilidade</a></strong> e a relação entre o usuário e a organização a partir de seus formulários.</p>
<p><strong>Aspecto 1: O Relacionamento</strong></p>
<p>&#8220;Nenhum homem é uma ilha&#8221;, disse o poeta inglês do século XVII , humorista, advogado e padre John Donne. De fato, os seres humanos prosperam em relacionamentos, sejam eles amorosos, simpáticos ou profissional. Um formulário é um meio para estabelecer ou melhorar uma relação entre o usuário e a organização. Quando mal feito, pode antecipar ou terminar esse relacionamento.</p>
<p>Com isto em mente, uma série de princípios emergem:</p>
<p>* Os relacionamentos são baseados na confiança, então estabelecer a confiança no seu formulário é fundamental. Isto pode ser conseguido através do logotipo, imagens, cores, tipografia e redação. O usuário vai se sentir à vontade sabendo que o formulário vem de uma organização sincera.</p>
<p>* Todo relacionamento tem um objetivo, seja ele o amor e a felicidade em um relacionamento romântico, ou ganho financeiro em uma relação comercial. Pergunte a si mesmo, qual é o objetivo do seu formulário?</p>
<p>* Basear o nome do formulário na sua finalidade. Esse nome irá informar aos usuários o que é o formulário e por que eles devem preenchê-lo.</p>
<p>* Assim como em um relacionamento, conhecer a outra pessoa é essencial. Conheça os seus usuários e sempre considere que as perguntas que você está fazendo são adequadas e, em caso afirmativo, se são oportunas. Isto irá incutir um fluxo natural para o seu formulário.</p>
<p>* Saber que seus usuários também o ajudarão a escolher o idioma apropriado e remover textos supérfluos. E eles irão ajudar você a criar uma interface que equilibra suas necessidades e ao do usuário.</p>
<p>* Não faça perguntas fora do âmbito do formulário. Em um relacionamento, você ficaria desconfiado de alguém que faz perguntas “sem pé nem cabeça”. A mesma coisa acontece online. Consulte as partes interessadas para ver qual informação é realmente necessária.</p>
<p>* Mudanças bruscas de comportamento ou aparência deixarão os usuários nervosos. Da mesma forma, nunca introduza mudanças bruscas entre os formulários ou entre as etapas em um formulário.</p>
<p><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/02/debenhams.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-510" title="debenhams" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/02/debenhams.jpg" alt="" width="500" height="450" /></a></p>
<p>Conheça os seus usuários. Será mais fácil para usuários cadastrados entrar e para os novos usuários se cadastrar. O site Debenhams faz essa distinção pouco perceptível.</p>
<p><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/02/amazon1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-511" title="amazon1" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/02/amazon1.jpg" alt="" width="500" height="423" /></a></p>
<p>A Amazon, por outro lado, simplifica o processo para clientes registados e novos.</p>
<p>Fonte: Smashing Magazine</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/guia-extensivo-de-usabilidade-web-form-%e2%80%93-parte-iv.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Guia extensivo de usabilidade Web Form – Parte III</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/guia-extensivo-de-usabilidade-web-form-%e2%80%93-parte-iii.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/guia-extensivo-de-usabilidade-web-form-%e2%80%93-parte-iii.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 17:56:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Demaman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Experiência do Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=498</guid>
		<description><![CDATA[Usabilidade Via Três aspectos de formulários Apesar das diferenças de funcionalidade, layout e objetivo, todas as formas têm três aspectos principais, conforme observado por Caroline Jarrett e Gerry Gaffney em seu livro que fala sobre usabilidade em formulários na web, Forms That Work: Designing Web Forms for Usability: Formas de Relacionamento estabelecem uma relação entre &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/guia-extensivo-de-usabilidade-web-form-%e2%80%93-parte-iii.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Usabilidade Via Três aspectos de formulários</strong></p>
<p>Apesar das diferenças de funcionalidade, layout e objetivo, todas as formas têm três aspectos principais, conforme observado por Caroline Jarrett e Gerry Gaffney em seu livro que fala sobre <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/">usabilidade</a> </strong>em formulários na web, <strong><a href="http://www.formsthatwork.com/">Forms That Work: Designing Web Forms for Usability</a></strong>:</p>
<ol>
<li>Formas de Relacionamento estabelecem uma relação entre o usuário e organização.</li>
<li>Conversas estabelecem um diálogo entre o usuário e organização.</li>
<li>Aparência &#8211; pela forma como olham, eles estabelecem uma relação e uma conversa.</li>
</ol>
<p>Para um formulário ser utilizado, todos os três aspectos precisam ser levados em conta. Ao olhar para cada aspecto, que serão abordados nos próximos posts, você irá descobrir como fazer um formulário realmente útil, com orientações práticas que você pode facilmente seguir.</p>
<p>Fonte: Smashing Magazine</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/guia-extensivo-de-usabilidade-web-form-%e2%80%93-parte-iii.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Guia extensivo de usabilidade Web Form &#8211; Parte II</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/guia-extensivo-de-usabilidade-web-form-parte-ii.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/guia-extensivo-de-usabilidade-web-form-parte-ii.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 17:38:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Demaman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conversão em E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Persuasão]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[designers]]></category>
		<category><![CDATA[usuários]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=484</guid>
		<description><![CDATA[Os seis componentes de Web Forms Formulários da Web são uma necessidade e, muitas vezes um ponto problemático para designers e usuários. Com o tempo, os usuários criaram expectativas de como um formulário deve parecer e se apresentar. Eles normalmente esperam que os formulários da Web tenham os seis seguintes componentes: Estes rótulos informam aos &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/guia-extensivo-de-usabilidade-web-form-parte-ii.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Os seis componentes de Web Forms </strong></p>
<p>Formulários da Web são uma necessidade e, muitas vezes um ponto problemático para <a href="http://www.touchpoints.com.br/"><strong>designers</strong> </a>e <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/">usuários</a></strong>. Com o tempo, os usuários criaram expectativas de como um formulário deve parecer e se apresentar. Eles normalmente esperam que os formulários da Web tenham os seis seguintes componentes:</p>
<ol>
<li>Estes <strong>rótulos </strong>informam aos usuários o que os campos correspondentes dizer.</li>
<li><strong>Campos de entrada</strong> permitem que os usuários forneçam feedback. Eles incluem campos de texto, campos de senha, caixas de seleção, botões de rádio, controles deslizantes e muito mais.</li>
<li><strong>Ações </strong>são os links ou botões que, quando pressionado pelo usuário, executar uma ação, como enviar o formulário.</li>
<li><strong>Ajuda </strong>fornece assistência sobre como preencher o formulário.</li>
<li><strong>Mensagens </strong>dão o feedback para o usuário com base em sua entrada. Eles podem ser positivos (como o que indica que o formulário foi enviado com sucesso) ou negativa (&#8220;O nome de usuário que você selecionou já está tomada&#8221;).</li>
<li><strong>Validação</strong> garante que os dados apresentados pelo usuário está em conformidade com os parâmetros aceitáveis.</li>
</ol>
<p><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Skype-webform-components-a.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-485" title="Skype-webform-components-a" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Skype-webform-components-a.jpg" alt="" width="500" height="234" /></a></p>
<div id="attachment_487" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Skype-webform-components-b.jpg"><img class="size-full wp-image-487 " title="Skype-webform-components-b" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Skype-webform-components-b.jpg" alt="" width="500" height="234" /></a><p class="wp-caption-text">O formulário de inscrição do Skype contém todos os seis componentes</p></div>
<p>Fonte: Smashing Magazine</p>
<div id="gt-res-wrap"></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/guia-extensivo-de-usabilidade-web-form-parte-ii.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Guia extensivo de usabilidade Web Form &#8211; Parte I</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/guia-extensivo-de-usabilidade-web-form-parte-i.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/guia-extensivo-de-usabilidade-web-form-parte-i.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 13:26:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Demaman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Experiência do Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=473</guid>
		<description><![CDATA[Ao contrário do que você pode ler, salpicar seu formulário com botões agradáveis, cores, tipografia e abundância de plugins jQuery não vai torná-lo utilizável. De fato, ao fazer isso, você estaria dirigindo (de forma não-estruturada), apenas um terço do que constitui a usabilidade. Neste artigo, você receberá orientações práticas que facilmente podem ser seguidas. Estas &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/guia-extensivo-de-usabilidade-web-form-parte-i.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao contrário do que você pode ler, salpicar seu formulário com botões agradáveis, cores, tipografia e abundância de <em>plugins jQuery</em> não vai torná-lo utilizável. De fato, ao fazer isso, você estaria dirigindo (de forma não-estruturada), apenas um terço do que constitui a <strong>usabilidade</strong>.</p>
<p><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/01/member-sign-in.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-474" title="member-sign-in" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/01/member-sign-in.jpg" alt="" width="502" height="298" /></a></p>
<p>Neste artigo, você receberá orientações práticas que facilmente podem ser seguidas. Estas orientações foram criadas a partir de testes de <strong>usabilidade</strong>, testes de campo, acompanhamento de <em>website</em>, <em>eye tracking</em>, <em>Web analytics</em> e reclamações reais feitas para o pessoal de suporte ao cliente.</p>
<p><strong>Por que Usabilidade Web Form é importante?</strong></p>
<p>A ISO 9241 padrão define usabilidade do Web site como a &#8220;eficiência, eficácia e satisfação com que usuários específicos atinjam metas específicas em ambientes em particular.&#8221; Ao usar um site, os usuários têm um objetivo particular. Se bem feito, o site irá cumprir essa meta e se alinhar com os objetivos da organização do site. Entre o objetivo do usuário e os objetivos da organização está muitas vezes uma forma, porque, apesar dos avanços na interação humano-computador, estas formas permanecem predominantes na interação dos usuários na web. Na verdade, as formas são muitas vezes consideradas como a última etapa e mais importante da jornada para a conclusão dos objetivos.</p>
<p>Vamos esclarecer esse último ponto, discutindo os três principais usos de formas. O designer Luke Wroblewski, afirma em seu livro &#8220;<em>Web Form Design: Filling in the Blanks&#8221;</em>, &#8220;que toda a forma existe para uma das três razões principais: comércio, comunidade ou produtividade”. A tabela a seguir traduz cada uma dessas razões para o usuário e os objetivos de negócios que estão por trás delas:</p>
<div id="attachment_475" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/01/00-Table-webform-objectives.jpg"><img class="size-full wp-image-475" title="00-Table-webform-objectives" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2012/01/00-Table-webform-objectives.jpg" alt="" width="500" height="391" /></a><p class="wp-caption-text">Utilização de formas, com base no Formulário de Luke Wroblewski</p></div>
<p>Assim, a relação entre formas e <strong>usabilidade </strong>têm dois aspectos:</p>
<p>1 &#8211; Os formulários podem fazer um site útil ou inútil, porque eles estão no caminho do usuário atingir seu objetivo;</p>
<p>2 &#8211; Formas precisam ser úteis para ajudar o usuário a atingir esse objetivo.</p>
<p>Este post ressalta o segundo ponto, porque uma forma utilizável, naturalmente, contribui para a usabilidade geral do site, portanto, o aspecto de utilidade está em primeiro lugar.</p>
<p>Fonte: Smashing Magazine</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/guia-extensivo-de-usabilidade-web-form-parte-i.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mitos sobre a experiência do usuário – Parte V</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/mitos-sobre-a-experiencia-do-usuario-%e2%80%93-parte-v.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/mitos-sobre-a-experiencia-do-usuario-%e2%80%93-parte-v.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 20:27:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Demaman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conversão em E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Design Centrado no Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do usuário]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=469</guid>
		<description><![CDATA[No último post da série sobre &#8220;Mitos sobre a experiência do usuário&#8221; saiba mais sobre questões de originalidade e detalhes no design. Mito #9: O design tem que ser original Muitos designers preferem reinventar a roda do que adaptar os padrões convencionais de design para interface do usuário. Deve ser considerado, no entanto, que tais &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/mitos-sobre-a-experiencia-do-usuario-%e2%80%93-parte-v.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No último post da série sobre &#8220;Mitos sobre a <strong>experiência do usuário</strong>&#8221; saiba mais sobre questões de originalidade e detalhes no <strong>design.</strong></p>
<p><strong>Mito #9: O design tem que ser original<br />
</strong></p>
<p>Muitos designers preferem reinventar a roda do que adaptar os padrões convencionais de design para interface do usuário. Deve ser considerado, no entanto, que tais convenções funcionam bem porque elas já foram utilizadas e testadas para usabilidade. Uma vez que os usuários as conhecem bem, você não precisa explicar nada ou fornecer um manual de instruções. Como os usuários apreciam mais usabilidade do que inovações, modelos padrão beneficiarão sua audiência.</p>
<p>Pode ocorrer de uma nova abordagem ser necessária, porém você deve estar 100% certo de que sua solução é melhor do que um padrão existente.</p>
<p><strong>Sobre a importância das convenções na web:</strong></p>
<ul>
<li>Steve Krug afirma em “Não me faça pensar” que “convenções são amigas” e são essenciais para os usuários quando eles vão de um site para outro.</li>
<li>Em “Como criar um site bom o bastante” Seth Godin afirma que “existem mais de um bilhão de páginas na web” para se tirar inspiração.</li>
<li>De acordo com “Web Design from Scratch”, não forçar originalidade a qualquer preço fazer o processo do design “mais rápido, fácil e lucrativo” e “beneficia seu usuário”.</li>
<li>O blog Think Vitamin de Carsonified aponta que “a grande solução do design que você procura provavelmente já está lá”.</li>
</ul>
<p><strong>Leitura adicional sobre o conceito de originalidade:</strong></p>
<ul>
<li><strong>The Myth of Originality</strong>: Porque as coisas que muitos consideram original na verdade não são</li>
<li>Nina Paley: <strong>The Cult of Originality</strong></li>
<li>Kyle Meyer: <strong>Originality in Web Design</strong></li>
</ul>
<p><strong>Mito #10: Se seu design é bom, pequenos detalhes não importam</strong></p>
<p>“Os detalhes não são detalhes. Eles fazem o design.” diz Charles Eames. Pequenos detalhes tais como uma mensagem de erro informativa, uma mensagem de segurança em um formulário de cadastro ou a reordenação de produtos em uma página de categoria impactam fortemente a experiência do usuário.</p>
<p>Pequenos detalhes são um longo caminho. E é com isso que a Apple se preocupa: atenção obsessiva com detalhes até nos menores bits.</p>
<p><strong>Onde pequenas otimizações afetam o todo:</strong></p>
<ul>
<li>No BestBuy.com, a pequena mudança de permitir que as pessoas pulem o cadastro durante a compra resultou em $300 milhões a mais nos lucros anuais. &#8211; The $300 Million Button</li>
<li>ClickTale dobrou as conversões em seus cadastros de 40% para 80% com uma simples mudança de adicionar uma explícita e bem visível mensagem de “opcional” ao campo de número de telefone. &#8211; Change one word, DOUBLE your conversion rate!</li>
<li>Uma pequena melhoria nas mensagens de erro de um e-commerce aumentou as compras completadas em 0,5% (muito se comparado como esforço) e economizou cerca de £250.000 por ano para a companhia. &#8211; £250,000 from better error messages</li>
<li>Menus de restaurantes podem utilizar diversos detalhes que influenciam em sua decisão, incluindo imagens motivadoras, pratos sedutores, omitir o símbolo de dólar, evitar listar os preços em coluna, etc. Tais detalhes podem parecem irrelevantes mas de fato significam muito. &#8211; Menu Mind Games</li>
<li>… para mais exemplos de otimização na web, veja <strong>ABtests.com</strong>.</li>
</ul>
<p><strong>Mais sobre porque os detalhes são importantes:</strong></p>
<ul>
<li>Naz Hamid afirma que designers devem focar-se nos detalhes e serem obsessivos sobre isso: eles devem sempre experimentar, por suas próprias críticas, e se esforçarem em terminar cada último detalhe em um projeto. &#8211; Design is in the Details</li>
<li>Des Taynor diz que usuários frequentemente julgam a qualidade de um software baseados na primeira impressão. Além disso, uma pesquisa de um restaurante confimou que até a nuance da qualidade dos guardanapos efeta a satisfação do usuário. &#8211; The thickness of napkins</li>
<li>O designer Jeff Howard escreveu que companhias que lutam para criar serviços sem defeitos se sairiam melhor se focassem seus esforços somente nos detalhes. &#8211; The Problem with Service Design</li>
<li>Joshua Brewer sobre a importância dos chamados detalhes prazerosos: “A indústria tem conhecido este segredo desde sempre. Há um curto espaço de tempo e uma interação limitada para alinhar a experiência para o usuário. Nestes momentos, o usuário pode ser prazerosamente surpreendido pelos pequenos extras: a atenção aos detalhes, rapidez do serviço, alguns extra “qualquer coisa” ou simplesmente um sorriso. Se o usuário sai sentindo que foi dedicada uma pequena atenção extra à ele, você pode ter certeza que ele voltará e mais ainda, falará bem do serviço aos seus amigos.”  - Design for Delight</li>
<li>Uma coleção inspiracional de pequenos detalhes no design &#8211; Little big details</li>
</ul>
<p>Fonte: UX Myths</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/mitos-sobre-a-experiencia-do-usuario-%e2%80%93-parte-v.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mitos sobre a experiência do usuário – Parte IV</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/mitos-sobre-a-experiencia-do-usuario-%e2%80%93-parte-iv.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/mitos-sobre-a-experiencia-do-usuario-%e2%80%93-parte-iv.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 19:04:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Demaman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Centrado no Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do usuário]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=464</guid>
		<description><![CDATA[No 4°post da série &#8220;Mitos sobre a experiência do usuário&#8220; você saberá mais sobre os falsos conceitos em UX (experiência do usuário) e o porque eles não são verdade. Mito #7: Gráficos farão os elementos da página mais visíveis Uma armadilha comum no web design é enfatizar uma parte importante do conteúdo com um gráfico ou apresentação em flash. &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/mitos-sobre-a-experiencia-do-usuario-%e2%80%93-parte-iv.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No 4°post da série &#8220;Mitos sobre a <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/">experiência do usuário</a></strong>&#8220; você saberá mais sobre os falsos conceitos em UX (experiência do usuário) e o porque eles não são verdade.</p>
<p><strong>Mito #7: Gráficos farão os elementos da página mais visíveis</strong></p>
<p>Uma armadilha comum no web design é enfatizar uma parte importante do conteúdo com um gráfico ou apresentação em flash. Essa abordagem, no entanto, o faz frequentemente menos visível.</p>
<p>Quando as pessoas procuram por algo específico num website, eles buscam por textos e links onde eles assumem que a informação poderá ser encontrada. Muito frequentemente as pessoas confundem os elementos das páginas que possuem muitas cores e apelo visual com anúncios e os evitam em geral.</p>
<p>De qualquer forma, não significa que você não pode usar nenhuma ênfase. Contraste funciona muito bem e é essencial para priorizar o conteúdo e, assim, criar um design efetivo.</p>
<p><strong>Mito #8: Fotos de bancos de imagens melhoram a experiência do usuário</strong></p>
<p>Testes de <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/">usabilidade</a></strong> e estudos de eye-tracking mostram que fotos de bancos de imagens e outros elementos gráficos decorativos raramente agregam valor a um website e, mais frequentemente, danificam do que melhoram a <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/">experiência do usuário</a></strong>.Tais imagens não são relacionadas ao tópico do website e não agregam informação útil. Usuários normalmente correm os olhos sobre imagens de bancos de imagens e, eventualmente, se frustram por causa delas.</p>
<p>Fonte: UX Myths</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/mitos-sobre-a-experiencia-do-usuario-%e2%80%93-parte-iv.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mitos sobre a experiência do usuário – Parte III</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/mitos-sobre-a-experiencia-do-usuario-%e2%80%93-parte-iii.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/mitos-sobre-a-experiencia-do-usuario-%e2%80%93-parte-iii.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 16:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Demaman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Centrado no Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do usuário]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=456</guid>
		<description><![CDATA[Dando continuidade ao assunto do último post, seguem mais alguns mitos que giram em torno da experiência do usuário: Mito #5: Acessibilidade é cara e difícil Para fazer seu website acessível, você não precisa adicionar nenhuma funcionalidade extra ou duplicar qualquer conteúdo. A chave é simplesmente avaliar os requerimentos daqueles com habilidades diferentes e dispositivos &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/mitos-sobre-a-experiencia-do-usuario-%e2%80%93-parte-iii.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dando continuidade ao assunto do último post, seguem mais alguns mitos que giram em torno da <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br">experiência do usuário</a></strong>:</p>
<p><strong>Mito #5: Acessibilidade é cara e difícil</strong></p>
<p>Para fazer seu website acessível, você não precisa adicionar nenhuma funcionalidade extra ou duplicar qualquer conteúdo. A chave é simplesmente avaliar os requerimentos daqueles com habilidades diferentes e dispositivos limitados quando estiver desenvolvendo a interface do usuário e seu conteúdo.</p>
<p>Para construir do zero um website que é acessível, os custos são na prática os mesmos que desenvolver um que não é.</p>
<p>Corrigir um site que já é inacessível, no entanto, pode necessitar um esforço extra mas é sempre benéfico a longo prazo, pois sites acessíveis são mais fáceis e baratos para manutenção.</p>
<p>Porque tornar seu website acessível é benéfico:</p>
<p><strong>*</strong> Alcançar uma audiência maior &#8211; 14% do total da população pode sofrer de deficiências</p>
<p>* Um site acessível sempre tem <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br">usabilidade</a></strong> melhor</p>
<p><strong>*</strong> Um site acessível é também SEO friendly</p>
<p><strong>* </strong>Acessibilidade também traz outros benefícios como páginas mais rápidas, compatibilidade cross-browser e facilidade de manutenção de conteúdo</p>
<p><strong>Mito #6: Sites acessíveis são feios</strong></p>
<p>Acessibilidade na web significa fazer seu conteúdo disponível para usuários com diferentes habilidades e dispositivos. O requisito chave para a acessibilidade web é separar o conteúdo (HTML) da aparência visual (CSS) para permitir àqueles que preferem &#8211; ou necessitam &#8211; usar sua folha de estilo específica para acessar o conteúdo.</p>
<p>Uma vez que a aparência visual de um site é definida pela folha de estilos, a acessibilidade em sim não deve ter nenhum impacto no design visual.</p>
<p>Ótimos exemplos de sites bonitos e totalmente acessíveis:</p>
<p><strong>* <a href="http://webdesign.about.com/od/accessibility/qt/accessible-does-not-equal-ugly.htm">CSS Zen garden</a></strong></p>
<p><strong>* <a href="http://www.whitehouse.gov">The White House</a></strong></p>
<p><strong>* <a href="http://www.campaignmonitor.com">Campaignmonitor</a></strong></p>
<p><strong>* <a href="http://www.apple.com">Apple.com</a></strong></p>
<p>Fonte: UX Myths</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/mitos-sobre-a-experiencia-do-usuario-%e2%80%93-parte-iii.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mitos sobre a experiência do usuário – Parte II</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/mitos-sobre-a-experiencia-do-usuario-%e2%80%93-parte-ii.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/mitos-sobre-a-experiencia-do-usuario-%e2%80%93-parte-ii.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Dec 2011 19:39:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Demaman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Design Centrado no Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Persuasão]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do usuário]]></category>
		<category><![CDATA[TouchPoints]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=450</guid>
		<description><![CDATA[Continuando o assunto do post anterior, abaixo seguem outros mitos que giram em torno da experiência do usuário: Mito #3: As pessoas não rolam a página (scroll) Em sites com conteúdo longo, com artigos e reportagens, a barra de rolagem permite uma usabilidade muito melhor do que dividir o texto em várias páginas.Para garantir que &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/mitos-sobre-a-experiencia-do-usuario-%e2%80%93-parte-ii.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando o assunto do post anterior, abaixo seguem outros mitos que giram em torno da <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br">experiência do usuário</a></strong>:</p>
<p><strong>Mito #3: As pessoas não rolam a página (scroll)</strong></p>
<p>Em sites com conteúdo longo, com artigos e reportagens, a barra de rolagem permite uma <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br">usabilidade</a></strong> muito melhor do que dividir o texto em várias páginas.Para garantir que os usuários utilizem a barra de rolagem é necessário prover conteúdo interessante, que os faça continuar a leitura, como também é necessário disponibilizar um design atraente.</p>
<p><strong>Mito #4: Design serve para o site ficar bonitinho</strong></p>
<p>Muitas pessoas consideram o Design como a arte da aparência, porém poucos enxergam sua verdadeira essência: Design é mais como alguma coisa funciona do que como é sua aparência.</p>
<p>O objetivo do <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br">Design</a></strong> é resolver os procedimentos de forma eficiente, focando em como os usuários veem o mundo, como eles pensam e se comportam.</p>
<p><em>“Design não é somente aparência e sentimento. Design é como funciona”</em>. &#8211; Steve Jobs</p>
<p>“Bom design, quando é bem feito, torna-se invisível. Não é somente quando é feito de forma pobre que o noticiamos. Pense nele como um ar condicionado. Nós somente o notamos quando está muito quente, muito frio, fazendo muito barulho ou se está pingando em nós. Se o ar condicionado está perfeito, ninguém diz nada e nos focamos, então, no que temos a fazer.” &#8211; Jared Spool</p>
<p>Fonte: UX Myths</p>
<p>Continue acompanhando o blog da <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br">TouchPoints</a></strong> para maiores informações.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/mitos-sobre-a-experiencia-do-usuario-%e2%80%93-parte-ii.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mitos sobre a experiência do usuário – Parte I</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/mitos-sobre-a-experiencia-do-usuario-%e2%80%93-parte-i.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/mitos-sobre-a-experiencia-do-usuario-%e2%80%93-parte-i.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 19:41:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caroline Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Experiência do Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=444</guid>
		<description><![CDATA[Ao conhecermos profundamente a área da experiência do usuário, nos deparamos com diversos boatos e mitos que, muitas vezes, geram confusão quando necessitamos analisar determinado projeto na web. Com o intuito de esclarecer alguns desses mitos, abaixo segue dois mitos frequentes em relação à experiência do usuário: Mito #1: As pessoas leem na web As &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/mitos-sobre-a-experiencia-do-usuario-%e2%80%93-parte-i.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ao conhecermos profundamente a área da <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/experiencia-do-usuario">experiência do usuário</a></strong>, nos deparamos com diversos boatos e mitos que, muitas vezes, geram confusão quando necessitamos analisar determinado projeto na web.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/12/ux_myths.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-445" title="ux_myths" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/12/ux_myths.jpg" alt="" width="520" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Com o intuito de esclarecer alguns desses mitos, abaixo segue dois mitos frequentes em relação à experiência do usuário:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mito #1: As pessoas leem na web</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas normalmente correm os olhos pelas páginas na web, procurando por palavras-chaves, títulos que lhe chamem a atenção. Elas leem palavra por palavra somente quando o conteúdo lhes interessa.</p>
<p style="text-align: justify;">Por esse motivo, não espere que as pessoas leiam toda a página de informações sobre a empresa, ou leia palavra por palavra de um post no blog da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Textos longos, sem imagens e com informações desnecessárias só auxiliam para afastar os internautas do conteúdo que você deseja transmitir.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mito #2: Todas as páginas devem ser acessíveis em 3 cliques</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Há muito tempo testes de <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/usabilidade">usabilidade</a></strong> são desafiados pela regra dos 3 cliques. Na realidade, o número de cliques não afeta a satisfação dos usuários, muito menos o sucesso do site.</p>
<p style="text-align: justify;">O que realmente conta no momento da navegação é facilidade com que o internauta interage com a plataforma. Se você não fizer o usuário pensar sobre os cliques, com certeza o número de cliques não o incomodará.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: UX Myths</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Continue acompanhando os principais mitos referentes à experiência do usuário nos próximos posts do blog da <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/secao/blog">TouchPoints</a></strong>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/mitos-sobre-a-experiencia-do-usuario-%e2%80%93-parte-i.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pense Imóveis agora voltado para as necessidades dos usuários</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/pense-imoveis-agora-voltado-para-as-necessidades-dos-usuarios.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/pense-imoveis-agora-voltado-para-as-necessidades-dos-usuarios.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 17:17:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caroline Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Centrado no Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Design centrado no usuário]]></category>
		<category><![CDATA[design de interação]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do usuário]]></category>
		<category><![CDATA[nova tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Pense Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[TouchPoints]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=437</guid>
		<description><![CDATA[Com o intuito de testar as novas funcionalidades do site que entrarão no ar a partir de 2012, o Pense Imóveis lançou versão beta com nova tecnologia focada nas necessidades dos usuários, melhorando a estética e a usabilidade. Desse modo, o site se tornará mais rápido, mas fácil e intuitivo. Totalizando nove meses de trabalho, &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/pense-imoveis-agora-voltado-para-as-necessidades-dos-usuarios.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Com o intuito de testar as novas funcionalidades do site que entrarão no ar a partir de 2012, o Pense Imóveis lançou versão beta com nova tecnologia focada nas necessidades dos usuários, melhorando a estética e a <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/usabilidade">usabilidade</a></strong>. Desse modo, o site se tornará mais rápido, mas fácil e intuitivo.</p>
<p style="text-align: left;">Totalizando nove meses de trabalho, o projeto uniu profissionais do Grupo RBS, da CWI Software e da <strong><a href="http://revista.penseimoveis.com.br/especial/rs/editorial-imoveis/19,480,3564838,Pense-Imoveis-lanca-versao-beta-com-nova-tecnologia.html?utm_source=twitter&amp;utm_medium=pense%2Bim%C3%B3veis&amp;utm_term=beta1711&amp;utm_campaign=redes_sociais">TouchPoints</a></strong> para desenvolvimento de produto e design de interação.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/11/logo-imoveis.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-439" title="logo-imoveis" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/11/logo-imoveis.png" alt="" width="166" height="66" /></a></p>
<p style="text-align: left;">O projeto iniciou com uma pesquisa realizada em janeiro deste ano, englobando usuários e representantes de mercado, principalmente imobiliárias. A pesquisa demonstrou que os usuários gostavam do site, mas apontaram falhas no mecanismo de busca utilizado e no desempenho do mecanismo nos resultados de buscas.</p>
<p style="text-align: left;">O Pense Imóveis conta ainda com a tecnologia utilizada pelo mecanismo de busca Google, a GSA (Google Search Appliance), que permite ao usuário fazer buscas abertas no site, isto é, basta o internauta digitar o que quer e todas ofertas relevantes serão mostradas na tela.</p>
<p style="text-align: left;">Desse modo, com o esforço em conjunto dos profissionais do Grupo RBS, CWI Software e <strong><a href="http://revista.penseimoveis.com.br/especial/rs/editorial-imoveis/19,480,3564838,Pense-Imoveis-lanca-versao-beta-com-nova-tecnologia.html?utm_source=twitter&amp;utm_medium=pense%2Bim%C3%B3veis&amp;utm_term=beta1711&amp;utm_campaign=redes_sociais">TouchPoints</a></strong>, o Pense Imóveis inovou suas funcionalidades, tornando o site muito mais agradável e eficiente para os seus internautas.</p>
<p style="text-align: left;">Fonte: Pense Imóveis</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/pense-imoveis-agora-voltado-para-as-necessidades-dos-usuarios.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Gatilhos persuasivos em Web Design &#8211; Parte IV</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/gatilhos-persuasivos-em-web-design-parte-iv.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/gatilhos-persuasivos-em-web-design-parte-iv.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 16:40:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caroline Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Centrado no Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Persuasão]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[gatilhos persuasivos]]></category>
		<category><![CDATA[web design]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=432</guid>
		<description><![CDATA[Finalizando as sete principais armas de influência utilizadas na persuasão, aparece o Molde e a Saliência – tendo sido precedidas pela Retribuição, Comprometimento e Prova Social, Autoridade e Escassez. Molde “Eu sou extremamente influenciado pelo modo como os preços são moldados.” Esse princípio reconhece que as pessoas não são muito boas estimulando o valor absoluto do que eles estão comprando. &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/gatilhos-persuasivos-em-web-design-parte-iv.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Finalizando as sete principais armas de influência utilizadas na persuasão, aparece o <em>Molde </em>e a <em>Saliência</em> – tendo sido precedidas pela <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/gatilhos-persuasivos-no-web-design-%E2%80%93-parte-i.html">Retribuição</a></strong>, <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/gatilhos-persuasivos-no-web-design-%E2%80%93-parte-ii.html">Comprometimento e Prova Social</a></strong>, <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/gatilhos-persuasivos-no-web-design-%E2%80%93-parte-iii.html">Autoridade e Escassez</a></strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Molde</strong></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em>“Eu sou extremamente influenciado pelo modo como os preços são moldados.”</em></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Esse princípio reconhece que as pessoas não são muito boas estimulando o valor absoluto do que eles estão comprando. As pessoas fazem comparações, seja contra alguma alternativa que você mostrar ou alguma referência externa.</p>
<p><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/11/molde.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-433" title="molde" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/11/molde.png" alt="" width="500" height="709" /></a></p>
<p><strong>Saliência</strong></p>
<blockquote><p><em>“Minha atenção é atraída para o que é relevante para mim agora.”</em></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Esse princípio nos explica que as pessoas estão mais propensas a prestar atenção em elementos em sua interface do usuário que são novos (como um botão colorido de “enviar”) e que são relevantes para a tarefa em questão. Por exemplo, há momentos específicos durante uma compra cujos consumidores estão mais propensos a procurar por promoções ou ofertas especiais. Ao identificar estes momentos sedutores aos consumidores, você vai aprender quando oferecer aos clientes um bônus ao efetuarem a compra de um produto.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/11/saliencia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-434" title="saliencia" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/11/saliencia.jpg" alt="" width="500" height="472" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Smashing Magazine</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/gatilhos-persuasivos-em-web-design-parte-iv.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Gatilhos persuasivos no Web Design – Parte III</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/gatilhos-persuasivos-no-web-design-%e2%80%93-parte-iii.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/gatilhos-persuasivos-no-web-design-%e2%80%93-parte-iii.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 15:55:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Demaman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Centrado no Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Persuasão]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=424</guid>
		<description><![CDATA[Continuando o assunto dos posts anteriores, sobre Retribuição, Comprometimento e Prova Social, o post de hoje irá abordar as outras principais armas de influência utilizadas na persuasão – a Autoridade e a Escassez. Autoridade “Estamos mais propensos a agir sobre a informação quando ela é comunicada por um especialista.” Esse princípio é sobre influenciar um &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/gatilhos-persuasivos-no-web-design-%e2%80%93-parte-iii.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando o assunto dos posts anteriores, sobre <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/gatilhos-persuasivos-no-web-design-%E2%80%93-parte-i.html">Retribuição</a>, <a href="http://www.touchpoints.com.br/gatilhos-persuasivos-no-web-design-%E2%80%93-parte-ii.html">Comprometimento e Prova Social</a></strong>, o post de hoje irá abordar as outras principais armas de influência utilizadas na persuasão – a Autoridade e a Escassez.</p>
<p><strong>Autoridade</strong></p>
<p>“Estamos mais propensos a agir sobre a informação quando ela é comunicada por um especialista.”</p>
<p>Esse princípio é sobre influenciar um comportamento através da credibilidade. As pessoas são mais propensas a tomar uma medida se a mensagem vem de uma fonte confiável. É isso que impulsiona as pessoas a dar um RT no Twitter.</p>
<p><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Fig-7.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-425" title="Fig-7" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Fig-7.png" alt="" width="500" height="361" /></a></p>
<p>“Arquitetos de <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br">persuasão</a></strong>” exploram esse princípio fornecendo brilhantes testemunhos em seus sites. Se for um site de <strong><a href="http://www.biostore.com.br">E-commerce</a></strong> terão ícones altamente visíveis mostrando que o site é seguro e confiável. Se o site possui um fórum, eles vão dar às pessoas a oportunidade de avaliar respostas, usuários ou tópicos.</p>
<p><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/10/uxex.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-426" title="uxex" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/10/uxex.jpg" alt="" width="511" height="366" /></a></p>
<p><strong>Escassez</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Esse princípio nos demonstra que as pessoas estão mais propensas a querer alguma coisa quando eles pensam que isso só está disponível por um período limitado de tempo ou está em escassez. Isso não é somente sobre o medo de perder alguma coisa (um tipo de prova social reversa). Na verdade, escassez faz com que as coisas pareçam ser mais valiosas.</p>
<p>“Arquitetos de persuasão” usam esse princípio revelando escassez no design da interface. Pode ser um item ou uma roupa do seu tamanho que está esgotando, ingressos para o teatro que estão acabando ou convites para o lançamento de um produto. Eles sabem que a escassez gerará uma maior demanda.</p>
<p><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Fig-9.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-427" title="Fig-9" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Fig-9.png" alt="" width="500" height="185" /></a></p>
<p>No próximo post do blog <strong><a href="http://www.designdepersuasao.com.br">Design de Persuasão</a></strong>, confira as demais armas de influência – Molde e Saliência.</p>
<p>﻿﻿Fonte: Smashing Magazine</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/gatilhos-persuasivos-no-web-design-%e2%80%93-parte-iii.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Gatilhos persuasivos no Web Design – Parte II</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/gatilhos-persuasivos-no-web-design-%e2%80%93-parte-ii.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/gatilhos-persuasivos-no-web-design-%e2%80%93-parte-ii.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 17:40:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caroline Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Centrado no Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Persuasão]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[comprometimento]]></category>
		<category><![CDATA[gatilhos persuasivos]]></category>
		<category><![CDATA[persuasão]]></category>
		<category><![CDATA[prova social]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=416</guid>
		<description><![CDATA[Quando utilizamos estratégias de persuasão, o usuário se torna predisposto a tomar decisões que afetam positivamente uma marca, uma empresa, uma loja virtual – conforme visto no post anterior, Gatilhos persuasivos no Web Design – Retribuição. Retomando o que foi exposto nesse post, existem sete principais armas de influência utilizadas na arte da persuasão: retribuição (vista no &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/gatilhos-persuasivos-no-web-design-%e2%80%93-parte-ii.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quando utilizamos estratégias de persuasão, o usuário se torna predisposto a tomar decisões que afetam positivamente uma marca, uma empresa, uma loja virtual – conforme visto no post anterior, <a href="http://www.touchpoints.com.br/gatilhos-persuasivos-no-web-design-%E2%80%93-parte-i.html"><strong>Gatilhos persuasivos no Web Design – Retribuição</strong></a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Retomando o que foi exposto nesse post, existem sete principais armas de influência utilizadas na arte da <a href="http://www.touchpoints.com.br/design-de-persuasao"><strong>persuasão</strong></a>: retribuição (vista no post anterior), comprometimento, prova social, autoridade, escassez, molde e saliência.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Comprometimento</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Eu gosto de fazer o que eu digo.”</em></p>
<p style="text-align: justify;">Esse princípio nos diz que nós gostamos de acreditar que o nosso comportamento é coerente com os nossos princípios. Uma vez que você tomar uma posição sobre algo que é visível para outras pessoas, de repente você sente uma necessidade para manter esse ponto de vista confiável e constante.</p>
<p style="text-align: justify;">Um exemplo familiar desta ação é quando os comentários em um blog acabam em uma guerra. Comentaristas são levados a justificar os seus comentários anteriores e muitas vezes tornam-se ainda mais comprometidos com suas posições.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/10/comprometimento.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-417" title="comprometimento" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/10/comprometimento.jpg" alt="" width="500" height="397" /></a>“Arquitetos da persuasão” aplicam este princípio pedindo algo relativamente menor, mas com o seu visível compromisso. Eles sabem que podem levá-lo a agir de uma maneira em particular, e em breve você vai começar a acreditar. Por exemplo, uma empresa pode lhe pedir para clicar em ‘Like’ em um dos seus produtos no Facebook, para assistir a um vídeo ou ter acesso a determinado conteúdo. Uma vez que as informações referentes a essa empresa aparecem em sua News Feed, você fez um compromisso público com o produto e se sente mais inclinado a apoiar a marca.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/10/comprometimento2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-418" title="comprometimento2" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/10/comprometimento2.jpg" alt="" width="400" height="252" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Prova social</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Eu vou com a onda.”</em></p>
<p style="text-align: justify;">Esse princípio nos demonstra que nós gostamos de observar o comportamento das outras pessoas para julgar o que é normal, e então copiar isso.</p>
<p style="text-align: justify;">“Arquitetos da persuasão” aplicam esse princípio nos mostrando o que as outras pessoas estão fazendo nos seus sites. Por exemplo, pesquisadores da Universidade de Columbia criaram um site que pedia às pessoas para ouvir, avaliar e baixar músicas de bandas independentes. Algumas pessoas só viam os nomes das músicas e bandas, enquanto outras também viam quantas vezes as músicas foram baixadas por outras pessoas – o que está relacionado com a influência social.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/10/provasocial.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-419" title="provasocial" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/10/provasocial.jpg" alt="" width="440" height="147" /></a>“Arquitetos de persuasão” também exploram esse princípio no poder de padrões. Eles sabem que a configuração padrão de um controle de interface do usuário tem uma poderosa influência sobre o comportamento das pessoas. Nós tendemos a ver a configuração padrão como uma opção de “recomendável” – a opção que a maioria das pessoas iria escolher na nossa situação.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/10/provasocial2.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-420" title="provasocial2" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/10/provasocial2.png" alt="" width="500" height="157" /></a>Fonte: Smashing Magazine</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/gatilhos-persuasivos-no-web-design-%e2%80%93-parte-ii.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Gatilhos persuasivos no Web Design – Parte I</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/gatilhos-persuasivos-no-web-design-%e2%80%93-parte-i.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/gatilhos-persuasivos-no-web-design-%e2%80%93-parte-i.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 18:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caroline Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design de Persuasão]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetos da persuasão]]></category>
		<category><![CDATA[gatilhos persuasivos]]></category>
		<category><![CDATA[persuasão]]></category>
		<category><![CDATA[web design]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=410</guid>
		<description><![CDATA[Como você toma decisões? Se você é como a maioria das pessoas, deve pesar os prós e os contras antes de tomar uma decisão sensata sobre determinado assunto. Todavia, nem todas as pessoas são iguais. Muitas pessoas são levadas pelas suas emoções e, recebendo o incentivo correto, tomam decisões favoráveis para outras pessoas. É o &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/gatilhos-persuasivos-no-web-design-%e2%80%93-parte-i.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Como você toma decisões? Se você é como a maioria das pessoas, deve pesar os prós e os contras antes de tomar uma decisão sensata sobre determinado assunto. Todavia, nem todas as pessoas são iguais. Muitas pessoas são levadas pelas suas emoções e, recebendo o incentivo correto, tomam decisões favoráveis para outras pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">É o que ocorre com os usuários. Quando uma empresa dispõe do incentivo certo para o seu público, utilizando-se de estratégias de <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/design-de-persuasao" target="_blank">persuasão</a></strong>, é possível guiar os clientes até a realização de uma compra e confiança na marca.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem sete principais armas de influência utilizadas no arsenal de persuasão:</p>
<blockquote><p>• Retribuição</p>
<p>• Comprometimento</p>
<p>• Prova social</p>
<p>• Autoridade</p>
<p>• Escassez</p>
<p>• Molde</p>
<p>• Saliência</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Retribuição</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Eu gosto de retribuir favores.”</em></p>
<p style="text-align: justify;">Esse princípio expressa que se nós recebemos um favor, nós vamos querer retribui-lo. Se alguém lhe dá um presente, o convida para uma festa ou faz algo bom, você se vê obrigado a fazer a mesma coisa num futuro próximo.</p>
<p style="text-align: justify;">“Arquitetos da persuasão” exploram esse princípio dando aos usuários pequenos presentes – uma amostra do capítulo de um livro, um boletim periódico ou simplesmente uma informação interessante – com o conhecimento de que os usuários sentirão a necessidade de oferecer algo em retorno.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/10/free-sample1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-412" title="free-sample1" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/10/free-sample1.jpg" alt="" width="500" height="337" /></a></p>
<p>Esse “algo em retorno” não precisa ser necessariamente uma compra (ainda não, pelo menos). Arquitetos da persuasão sabem que eles precisam entrar em contato com potenciais clientes em diversas ocasiões antes deles se tornaram de fato clientes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Smashing Magazine</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Confira maiores informações no próximo post do blog da <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br" target="_blank">TouchPoints</a></strong>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/gatilhos-persuasivos-no-web-design-%e2%80%93-parte-i.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Melhorando a experiência de comprar online – Parte II</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/melhorando-a-experiencia-de-comprar-online-%e2%80%93-parte-ii.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/melhorando-a-experiencia-de-comprar-online-%e2%80%93-parte-ii.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 20:04:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caroline Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conversão em E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Design Centrado no Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Persuasão]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Otimização da taxa de conversão]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[confiança]]></category>
		<category><![CDATA[experiência de comprar online]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=400</guid>
		<description><![CDATA[Conforme visto no post anterior, melhorar a experiência de um usuário ao comprar online exige uma boa compreensão de seus usuários e seus objetivos dentro do site. Inspirar confiança em clientes Os clientes são cautelosos quando são solicitadas informações pessoais, e com razão, ao passo que atualmente é perigoso confiar em qualquer um. Mesmo as &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/melhorando-a-experiencia-de-comprar-online-%e2%80%93-parte-ii.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Conforme visto no <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/melhorando-a-experiencia-de-comprar-online-%E2%80%93-parte-i.html">post anterior</a></strong>, melhorar a experiência de um usuário ao comprar online exige uma boa compreensão de seus usuários e seus objetivos dentro do site.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Inspirar confiança em clientes</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os clientes são cautelosos quando são solicitadas informações pessoais, e com razão, ao passo que atualmente é perigoso confiar em qualquer um. Mesmo as marcas nas quais os clientes confiam podem usar técnicas para reforçar a confiança.</p>
<p style="text-align: justify;">• A aparência importa, e o <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/experiencia-do-usuario">design</a></strong> do seu site é muitas vezes a primeira impressão que um cliente vai ficar do seu negócio. A criação de um site com aparência profissional é fácil e barata, de modo a fazer uma boa primeira impressão. Isto inclui a concepção para a acessibilidade e, especialmente, que todos os recursos funcionem corretamente.</p>
<p style="text-align: justify;">• Destaque a segurança em áreas seguras do site para lembrar os clientes que sua informação está segura, mesmo que os navegadores tenham pequenos indicadores para mostrar áreas de segurança. <em>Amazon</em> faz isso através de seu sinal em botão; outros sites exibem um ícone de cadeado perto da área de log-in.</p>
<p><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/10/amazon-sign-in.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-401" title="amazon-sign-in" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/10/amazon-sign-in.jpg" alt="" width="452" height="249" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">• Torne claras suas práticas de negócio (incluindo políticas de privacidade, segurança e retorno), e torne-as acessíveis a partir de cada página. Não faça os clientes caçarem para obter essa informação, mas sim, apresentar esses links contextualmente se for o caso (por exemplo, exibir um link para sua política de privacidade perto do campo de endereço de e-mail).</p>
<p style="text-align: justify;">• Informações de contato visíveis transmitem confiança, mesmo se o cliente não for utilizá-las. Ofereça opções de contato alternativas: embora a <em>Amazon</em> não divulgue seu número de telefone de atendimento ao cliente, ela oferece um excelente suporte via e-mail e chat.</p>
<p style="text-align: justify;">• Marcas menos conhecidas devem fazer todos os itens acima, bem como inspirar confiança, mostrando confiança de certificação de terceiros e filiações. Estes incluem certificados de confiança (TRUSTe), crachás de segurança (VeriSign), a acreditação (BBB) e classificações (Bizrate).</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/10/security-privacy-badges-collage.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-402" title="security-privacy-badges-collage" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/10/security-privacy-badges-collage.jpg" alt="" width="500" height="372" /></a></p>
<p>Fonte: Smashing Magazine</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mantenha-se informado no blog da <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/">TouchPoints</a></strong> para maiores informações.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/melhorando-a-experiencia-de-comprar-online-%e2%80%93-parte-ii.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Melhorando a experiência de comprar online – Parte I</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/melhorando-a-experiencia-de-comprar-online-%e2%80%93-parte-i.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/melhorando-a-experiencia-de-comprar-online-%e2%80%93-parte-i.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 16:17:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caroline Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conversão em E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Design Centrado no Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Otimização da taxa de conversão]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do usuário]]></category>
		<category><![CDATA[melhorando a experiência de comprar online]]></category>
		<category><![CDATA[otimização]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=390</guid>
		<description><![CDATA[A criação de sites e lojas virtuais é fácil comparada à criação de uma experiência que satisfaça os usuários-alvo. No caminho tradicional de uma compra, uma empresa perde clientes em potencial quando eles se movem para mais perto da compra. Enquanto isso é natural e esperado, melhorar a experiência do usuário pode reduzir essa perda &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/melhorando-a-experiencia-de-comprar-online-%e2%80%93-parte-i.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A criação de sites e lojas virtuais é fácil comparada à criação de uma experiência que satisfaça os usuários-alvo.</p>
<p style="text-align: justify;">No caminho tradicional de uma compra, uma empresa perde clientes em potencial quando eles se movem para mais perto da compra. Enquanto isso é natural e esperado, melhorar a experiência do usuário pode reduzir essa perda através da remoção de barreiras desnecessárias ao fazer compras online.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/10/purchase-funnel-and-ways-to-improve-online-experience.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-391" title="purchase-funnel-and-ways-to-improve-online-experience" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/10/purchase-funnel-and-ways-to-improve-online-experience.jpg" alt="" width="500" height="298" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">As diretrizes, técnicas e práticas a seguir abordadas visam os problemas comuns na <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/experiencia-do-usuario">experiência do usuário</a></strong> em sites de <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/secao/blog/conversao-em-e-commerce">E-commerce</a></strong>. Melhorar a experiência do usuário exige uma boa compreensão de seus usuários e seus objetivos no site.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Promova a sua presença online</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Faça com que seja fácil dos consumidores acharem o seu site usando uma combinação de táticas de marketing online e off-line. <em>Analytics</em> mostrará como os usuários estão chegando ao site. Porém, o que esses relatórios não irão lhe mostrar são as oportunidades perdidas, como também clientes terminando em sites de seus concorrentes ao invés do seu, por causa das pesquisas de palavras-chave realizadas por eles.</p>
<p style="text-align: justify;">• Analise o seu site e os sites de seus principais concorrentes para comparar como está seu desempenho na busca de termos usados pelos seus principais consumidores e para identificar áreas para otimização.</p>
<p style="text-align: justify;">• Se o seu negócio é vender num mercado competitivo, aumente os seus esforços em SEO comprando palavras-chave relevantes para colocar ao lado dos resultados de buscas, usando serviços como o Google AdWords e o Microsoft  adCenter.</p>
<p style="text-align: justify;">• Crie páginas virtuais de negócios como o Google Places, Bing Business Portal e Yahoo Local – estas páginas estarão em destaque nos resultados de buscas e em serviços de localização de redes sociais. Além do seu nome comercial, você pode acrescentar endereço físico, número de telefone, URL do site e horários de atendimento.</p>
<p style="text-align: justify;">• Utilize campanhas de e-mail para atrair novos consumidores e antigos consumidores de volta para o seu site. Em um estudo recente da Forrester, os varejistas indicaram que o e-mail marketing apresenta um maior retorno em investimento (ROI).</p>
<p style="text-align: justify;">• Crie, entre ou apoie comunidades e mídias sociais relacionadas aos seus produtos ou aos problemas que visam os seus produtos.</p>
<p style="text-align: justify;">• Vá onde estão seus consumidores. Atualmente, isso incluí redes sociais. Crie perfis em redes sociais, promova interação entre os usuários e a empresa, além de disponibilizar descontos e promoções especiais.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<div id="attachment_392" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/10/facebook-jcp.jpg"><img class="size-full wp-image-392" title="facebook-jcp" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/10/facebook-jcp.jpg" alt="" width="480" height="371" /></a><p class="wp-caption-text">A página no Facebook da JCPenney permite que os usuários realizem compras dentro da rede social.</p></div>
<p style="text-align: justify;">• Use uma URL pequena, simples e intuitiva, além de uma segura grafia alternativa. Desse modo os usuários poderão chegar ao seu site mesmo que esqueçam uma letra.</p>
<p style="text-align: justify;">• Aumente a visibilidade em resultados de buscas utilizando técnicas de SEO, incluindo escolher as palavras-chave corretas e criando palavras-chave ricas, sites parceiros, títulos, tags e conteúdos.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Smashing Magazine</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Para maiores informações, continue acompanhando o blog da <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/">TouchPoints</a></strong>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/melhorando-a-experiencia-de-comprar-online-%e2%80%93-parte-i.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Os motivos de web sites com usabilidade pobre ainda serem desenvolvidos</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/os-motivos-de-web-sites-com-usabilidade-pobre-ainda-serem-desenvolvidos.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/os-motivos-de-web-sites-com-usabilidade-pobre-ainda-serem-desenvolvidos.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 18:39:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caroline Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Conversão em E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Design Centrado no Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[diretrizes]]></category>
		<category><![CDATA[legado]]></category>
		<category><![CDATA[sites]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=382</guid>
		<description><![CDATA[Todos nós sabemos da importância da usabilidade na web. Existem inúmeras diretrizes, livros, blogs e trabalhos de pesquisas enfatizando a importância e a necessidade de desenvolver sites usáveis. No entanto, ainda encontramos sites que nos frustram mesmo quando nós estamos tentando fazer a mais básica das tarefas. Desse modo, confira a lista das principais razões &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/os-motivos-de-web-sites-com-usabilidade-pobre-ainda-serem-desenvolvidos.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Todos nós sabemos da importância da usabilidade na web. Existem inúmeras diretrizes, livros, blogs e trabalhos de pesquisas enfatizando a importância e a necessidade de desenvolver sites usáveis. No entanto, ainda encontramos sites que nos frustram mesmo quando nós estamos tentando fazer a mais básica das tarefas.</p>
<p style="text-align: justify;">Desse modo, confira a lista das principais razões do por que nós ainda encontramos sites com uma <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/usabilidade">usabilidade</a> </strong>pobre.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3 – Legado</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Why-web-sites-with-poor-usability-are-still-being-developed-legacy.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-384" title="Why-web-sites-with-poor-usability-are-still-being-developed-legacy" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Why-web-sites-with-poor-usability-are-still-being-developed-legacy.jpg" alt="" width="649" height="330" /></a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O problema: </strong>a internet ainda contém sites que datam de anos atrás e é possível que você se depare com sites desse tipo, criados há dois, cinco, dez anos atrás e que continuam vivos na web.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como evitar isso: </strong>mantenha-se informado sobre os desenvolvimentos mais recentes, siga a chave da usabilidade e profissionais de <a href="http://www.touchpoints.com.br/experiencia-do-usuario"><strong>experiência do usuário</strong></a>, veja o que mostram as pesquisas, participe de discussões on-line, e leia muito! Inspire-se em sites que estão em ativa na web.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2 – Diretrizes</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Why-web-sites-with-poor-usability-are-still-being-developed-guidelines.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-385" title="Why-web-sites-with-poor-usability-are-still-being-developed-guidelines" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Why-web-sites-with-poor-usability-are-still-being-developed-guidelines.jpg" alt="" width="649" height="330" /></a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O problema: </strong>diretrizes de usabilidade na web são consideradas os melhores recursos que uma empresa pode utilizar para avaliar a usabilidade de um site e estudá-la.</p>
<p style="text-align: justify;">O verdadeiro problema com as diretrizes é que existem muitas delas, tornando difícil saber qual definição usar e aplicar.</p>
<p style="text-align: justify;">Desse modo, um desenvolvedor que ignora totalmente as diretrizes de usabilidade no desenvolvimento de um site automaticamente ignora os resultados da pesquisa que foi conduzida a moldar essas orientações. Outra possibilidade, um desenvolvedor pode seguir as diretrizes de usabilidade que utilizou como referência de forma a garantir um site com uma ótima usabilidade. No entanto, no processo, ele pode realizar uma má interpretação da orientação, porque essa diretriz é abstrata por natureza.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como evitar isso: </strong>tenha a garantia de que as orientações de usabilidade que você está utilizando são de uma fonte segura e confiável, e que esteja fortemente apoiada em pesquisas. Além de que sempre deve prevalecer o bom senso quando uma diretriz não parecer fazer sentido.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1 – Tempo</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Why-web-sites-with-poor-usability-are-still-being-developed-time.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-386" title="Why-web-sites-with-poor-usability-are-still-being-developed-time" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Why-web-sites-with-poor-usability-are-still-being-developed-time.jpg" alt="" width="649" height="330" /></a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O problema: </strong>avaliação de usabilidade é um processo no qual medimos a usabilidade de determinada plataforma e reconhecemos os problemas existentes. Seu principal objetivo é identificar as principais questões na interface do usuário que podem levar a erro humano, encerrar a interação do usuário com o sistema e causar a frustração do usuário. Fazer a avaliação de usabilidade e melhoria de sites está se tornando cada vez mais difícil porque eles estão cada vez maiores e mais complexos. Além disso, atualmente os sites tendem a serem atualizados com uma maior regularidade do que no passado.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa dificuldade e disposição de recursos aumentam com grandes sites. Tempo é, portanto, um fator importante no sentido de que o ciclo de vida do site é um ciclo curto devido à pressão do mercado e a ausência de barreiras de distribuição. De modo a satisfazer tais prazos exigentes, a avalição de usabilidade pode ser negligenciada, resultando em sites menos utilizáveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como evitar isso: </strong>a avaliação de usabilidade deveria ser um processo do desenvolvimento. Se um site é usável, então existem grandes probabilidades de que os clientes conseguirão melhores resultados do investimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Um cuidado especial deve ser tomado no processo de <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/experiencia-do-usuario">design</a></strong> de interface do usuário, de modo a incorporar os princípios da usabilidade. Se um cliente introduz alterações, certifique-se de justificar as razões pelas quais determinados elementos de design estavam no local.</p>
<p style="text-align: justify;">Tempo deve ser criado e um bom ponto de partida seria avaliar os procedimentos de padronização, de modo a proporcionar um melhor fluxo de trabalho interno.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Usability Geek</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Mantenha-se informado no blog da <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/">TouchPoints</a>.</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/os-motivos-de-web-sites-com-usabilidade-pobre-ainda-serem-desenvolvidos.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>10 dicas de usabilidade comprovadas por pesquisas – Parte Final</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/10-dicas-de-usabilidade-comprovadas-por-pesquisas-%e2%80%93-parte-final.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/10-dicas-de-usabilidade-comprovadas-por-pesquisas-%e2%80%93-parte-final.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Sep 2011 16:20:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caroline Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conversão em E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Design Centrado no Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[dicas de usabilidade comprovadas por pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[homepage]]></category>
		<category><![CDATA[legibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[motores de buscas]]></category>
		<category><![CDATA[página inicial]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=372</guid>
		<description><![CDATA[Diariamente tomamos conhecimento de inúmeras dicas referentes à usabilidade, através da internet, de livros, de profissionais da área. Mas, quando amparadas de pesquisas que comprovam sua eficácia, tais dicas e técnicas tornam-se ainda mais relevantes. Finalizando as dicas de usabilidade comprovadas por pesquisas abordadas no post anterior, seguem as seguintes dicas: 7. Áreas em branco &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/10-dicas-de-usabilidade-comprovadas-por-pesquisas-%e2%80%93-parte-final.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Diariamente tomamos conhecimento de inúmeras dicas referentes à <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/usabilidade">usabilidade</a></strong>, através da internet, de livros, de profissionais da área. Mas, quando amparadas de pesquisas que comprovam sua eficácia, tais dicas e técnicas tornam-se ainda mais relevantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Finalizando as dicas de usabilidade comprovadas por pesquisas abordadas no <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/10-dicas-de-usabilidade-comprovadas-por-pesquisas-%E2%80%93-parte-ii.html">post anterior</a></strong>, seguem as seguintes dicas:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>7. Áreas em branco ao redor do texto melhoram a legibilidade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Uma legibilidade fácil melhora a compreensão e a rapidez na leitura como também aumenta a probabilidade de que um usuário irá continuar a ler o conteúdo ao invés de abandonar o site. Há muitos fatores que influenciam uma fácil legibilidade, como opções e tamanho da fonte, background, como também o espaçamento do texto.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/09/17-08_readability.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-373" title="17-08_readability" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/09/17-08_readability.png" alt="" width="487" height="555" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Um estudo de legibilidade testou o desempenho de leitura de 20 participantes apresentando para eles os mesmos blocos de textos com diferentes margens em torno do texto, como também diferentes distâncias entre as linhas dos textos. Esse estudo mostrou que textos sem margens são lidos mais rápido, entretanto, a compreensão de texto diminuiu. Maiores velocidades de leitura quando o texto não possui margens podem ser explicadas pelo fato de que os parágrafos estarem mais juntos, resultando num tempo menor necessário para mover os olhos linha por linha e parágrafo por parágrafo.</p>
<p style="text-align: justify;">Como o presente estudo demonstra, o modo como nós estruturamos nosso conteúdo online pode influenciar positivamente a <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/experiencia-do-usuario">experiência do usuário</a></strong>. Esteja atento aos detalhes: cor, alinhamento, espaçamento entre linhas e parágrafos. Esteja consciente dos princípios de tipografia na internet para garantir que você não esteja desencorajando os usuários a lerem o conteúdo do site.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>8. Pequenos detalhes na interface fazem uma grande diferença</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Constantemente, nós olhamos para a figura no geral quando estamos criando um site e ignoramos as pequenas coisas quando nós estamos num tempo crucial.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas algo tão pequeno como o botão de um formulário pode afetar o sucesso de um site, pelo menos conforme a interface do usuário do especialista em <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/experiencia-do-usuario">design</a></strong> Jared Spool, que escreveu sobre um caso de que remover um botão e adicionar uma mensagem clara de erro para evitar erros dos usuários num processo de checkout aumenta a receita em $300 milhões somente em um ano.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/09/17-11_404_design_instruct1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-375" title="17-11_404_design_instruct" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/09/17-11_404_design_instruct1.png" alt="" width="550" height="222" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, preste atenção nos detalhes. Estabeleça objetivos utilizando a ferramenta do analitycs e os estruture com o design do seu site.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>9. Não use um mecanismo de busca para compensar uma navegação ruim</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Usuários esperam que a navegação seja fácil de usar e bem organizada. Mesmo com um motor de busca excelente, os usuários ainda se voltam primeiro para a navegação primária.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme um teste conduzido por Gerry McGovern, mais de 70% dos participantes começou a tarefa clicando em um link na página em vez de usar o recurso de busca.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse resultado é similar ao teste realizado pela UIE com 30 usuários. A análise de pesquisa concluiu que “os usuários constantemente se sentem atraídos por mecanismos de buscas quando os links dos sites não os satisfazem de alguma maneira”. Ao passo que a pesquisa em motores de buscas é mais utilizada somente quando o usuário falhou em descobrir o que ele estava procurando no site.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/09/seo_no_brasil.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-376" title="seo_no_brasil" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/09/seo_no_brasil.jpg" alt="" width="392" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A lição a ser adquirida aqui é clara: não confie na busca do site para corrigir organização de conteúdo pobre. Quando os usuários são incapazes de navegar para o que eles estão procurando, a atenção deve ser desviada para layout, navegação e melhorias de organização dos conteúdos, com a melhoria da funcionalidade de pesquisa como a prioridade secundária.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>10. A homepage não é tão importante quanto você pensa</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os visitantes do seu website são menos propensos a aterrissar em sua página. Motores de busca são um fator importante, pois eles ligam qualquer página que seja relevante ao seu site. Links de outros sites também são susceptíveis a links para páginas além de sua página inicial onde está a informação relevante.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme análise realizada por Gerry McGovern, a visualização de páginas iniciais está diminuindo drasticamente. Ele testemunhou uma queda 39% de 2003 para apenas 2% em 2010 de visualizações de páginas iniciais de um site de pesquisa de grande porte. Esta tendência foi duplamente confirmada em outro site, onde o abastecimento de visualizações da página inicial foi reduzido pela metade em apenas dois anos (de 10% em 2008 para apenas 5% em 2010).</p>
<p style="text-align: justify;">Os resultados de McGovern indicam que o tráfego é proveniente de fontes externas – motores de busca, sites de mídia social como o Twitter, e serviços de conteúdo, tais como agregador Alltop – ao invés da primeira página de um website. Portanto, se você focar mais em páginas de destino em relação a sua página inicial, você pode obter um maior impacto para seus investimentos em termos de conversão.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p>Fonte: Six Revisions</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/10-dicas-de-usabilidade-comprovadas-por-pesquisas-%e2%80%93-parte-final.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>10 dicas de usabilidade comprovadas por pesquisas – Parte II</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/10-dicas-de-usabilidade-comprovadas-por-pesquisas-%e2%80%93-parte-ii.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/10-dicas-de-usabilidade-comprovadas-por-pesquisas-%e2%80%93-parte-ii.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 16:41:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caroline Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Centrado no Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[dicas de usabilidade comprovadas por pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[estudo do rastreamento ocular]]></category>
		<category><![CDATA[Jakob Nielsen]]></category>
		<category><![CDATA[quarta lei]]></category>
		<category><![CDATA[quinta lei]]></category>
		<category><![CDATA[sexta lei]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=362</guid>
		<description><![CDATA[Conforme visto no post anterior, existem inúmeras dicas e técnicas referentes à usabilidade retiradas de um número incalculável de fontes. Desse modo, dando continuidade às dicas de usabilidade comprovadas por pesquisas, seguem as dicas nº 4, 5 e 6: 4. Permita que seu conteúdo seja lido rapidamente Usuários realmente não leem o conteúdo online, pelo menos &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/10-dicas-de-usabilidade-comprovadas-por-pesquisas-%e2%80%93-parte-ii.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Conforme visto no <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/10-dicas-de-usabilidade-comprovadas-por-pesquisas-%E2%80%93-parte-i.html">post anterior</a></strong>, existem inúmeras dicas e técnicas referentes à <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/usabilidade">usabilidade</a></strong> retiradas de um número incalculável de fontes.</p>
<p style="text-align: justify;">Desse modo, dando continuidade às dicas de usabilidade comprovadas por pesquisas, seguem as <strong>dicas nº 4, 5 e 6</strong>:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4. Permita que seu conteúdo seja lido rapidamente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Usuários realmente não leem o conteúdo online, pelo menos conforme estudo realizado pelo Dr. Nielsen, referente à leitura do comportamento dos usuários em seu site. A análise de Nielsen mostrou que as pessoas somente leem 28% do texto presente num site e diminuem o restante do texto que há na página.</p>
<p><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/09/17-10_little_users_read.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-363" title="17-10_little_users_read" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/09/17-10_little_users_read.png" alt="" width="550" height="442" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Para aumentar a probabilidade de seus leitores tirarem um maior proveito do seu conteúdo, utilize técnicas para fazer o conteúdo mais fácil de ler. Destaque palavras-chave, escreva parágrafos curtos e utilize listas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5. Não se preocupe com a “dobra” ou scroll vertical</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Há muito tempo existe um mito de que todo o seu conteúdo importante deve estar acima da &#8221;dobra&#8221;, um termo emprestado de jornais que se refere à área de uma página web que pode ser vista sem ter que rolar para baixo – primeiramente proposto por Jakob Nielsen.</p>
<p>Então, devemos colocar tudo no topo do layout porque as pessoas nunca vão ler qualquer coisa abaixo desta parte do site?</p>
<p>A resposta é “não”, de acordo com um relatório da <em>Clicktale</em>, uma empresa de análise de web. Os resultados mostraram que o comprimento da página não tem influência na probabilidade de que um usuário vai utilizar a barra de rolagem da página.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/09/17-06_clicktale_fold.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-364" title="17-06_clicktale_fold" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/09/17-06_clicktale_fold.png" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Um estudo realizado por Joe Leech da <em>CX Partners</em>, uma agência de <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/experiencia-do-usuario">design centrado no usuário</a></strong>, indicou que menos conteúdo localizado acima da “dobra” até mesmo encoraja os usuários a explorarem o conteúdo do site.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/09/17-05_cxpartners_results.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-365" title="17-05_cxpartners_results" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/09/17-05_cxpartners_results.jpg" alt="" width="550" height="406" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O ponto principal é que você não deve colocar todo o seu conteúdo  importante no topo porque tem medo que os usuários não sejam capazes de encontrá-los de outra forma. Use os princípios de hierarquia visual e da arte de distinção para priorizar e inferir a importância de vários elementos em suas páginas de conteúdo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>6. Coloque o conteúdo mais importante à esquerda da página</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pessoas criadas numa cultura onde a linguagem é lida e escrita da esquerda para a direita foram treinadas desde cedo para começar pelo lado esquerdo de uma página. Essa pode ser a razão pela qual muitos usuários depositam a maior parte da atenção no lado esquerdo da página – aproximadamente 69% do tempo, conforme o estudo de rastreamento ocular do Dr. Nielsen envolvendo mais de 20 usuários.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/09/17-07_lean_left.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-366" title="17-07_lean_left" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/09/17-07_lean_left.png" alt="" width="550" height="367" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O mesmo resultado foi refletido em sites cuja linguagem era lida da direita para a esquerda, ocorrendo uma inversão dos resultados: maior atenção no lado direito do que no esquerdo.</p>
<p style="text-align: justify;">Há duas coisas que devem ser levadas em conta nesse resultado. Primeiro, a linguagem do site é importante quando se pensa em layout; ao projetar um site você deve levar em conta um design social. Segundo, para sites que são tradicionalmente lidos da esquerda para a direita, colocar componentes importantes do site à esquerda é uma boa ideia, vice-versa para sites cuja linguagem é da direita para a esquerda.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Six Revisions</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Continue acompanhando o blog da <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/a-touchpoints">TouchPoints</a></strong>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/10-dicas-de-usabilidade-comprovadas-por-pesquisas-%e2%80%93-parte-ii.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>10 dicas de usabilidade comprovadas por pesquisas – Parte I</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/10-dicas-de-usabilidade-comprovadas-por-pesquisas-%e2%80%93-parte-i.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/10-dicas-de-usabilidade-comprovadas-por-pesquisas-%e2%80%93-parte-i.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 17:27:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caroline Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Centrado no Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[dicas de usabilidade comprovadas por pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Jakon Nielsen]]></category>
		<category><![CDATA[padrão em F]]></category>
		<category><![CDATA[regra dos três cliques]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[velocidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=353</guid>
		<description><![CDATA[Todos os dias nós ouvimos muitas dicas e técnicas de usabilidade de um número incalculável de fontes. Muitas das dicas que levamos a sério possuem uma boa lógica, mas são ainda mais validáveis quando nós encontramos dados e relatórios atuais que servem como base de suas teorias e conjecturas. Confira abaixo algumas dicas de usabilidade &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/10-dicas-de-usabilidade-comprovadas-por-pesquisas-%e2%80%93-parte-i.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Todos os dias nós ouvimos muitas dicas e técnicas de <a href="http://www.touchpoints.com.br/usabilidade"><strong>usabilidade</strong></a> de um número incalculável de fontes. Muitas das dicas que levamos a sério possuem uma boa lógica, mas são ainda mais validáveis quando nós encontramos dados e relatórios atuais que servem como base de suas teorias e conjecturas.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira abaixo algumas dicas de usabilidade comprovadas por pesquisas:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1. </strong><strong>Esqueça a regra dos “três cliques”</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A ideia de que os usuários ficarão frustrados se eles tiverem que clicar mais de três vezes para achar uma parte do conteúdo do seu site tem sido uma discussão de décadas. Em 2001, Jeffrey Zeldman, autoridade reconhecida na indústria do web design, escreveu, em seu livro “Taking your talent to the web”, que a regra dos três cliques “pode nos ajudar a criar sites com intuição, lógicas estruturas hierárquicas”.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">De fato, a maioria dos usuários não irá desistir só porque eles não alcançaram um número mágico. O número de cliques que eles devem possuir não tem nenhuma relação com a frustração dos usuários.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Um estudo conduzido por Joshua Porter, publicado na <em>User Interface Engineering</em>, descobriu que os usuários não são mais propensos a assumir o fracasso depois de três cliques contra um maior número, como 12 cliques. Segundo Joshua, “dificilmente alguém desistiu depois de três cliques”.</p>
<p><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/09/17-04_clicks_to_completion.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-354" title="17-04_clicks_to_completion" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/09/17-04_clicks_to_completion.jpg" alt="" width="450" height="370" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Desse modo, o foco não deveria ser a redução do número de cliques para algum número mágico, mas sim sobre a facilidade de utilidade. Se você pode construir uma interface do usuário que é fácil e prazerosa de utilizar, mas que o usuário leva 15 cliques para alcançar um objetivo em particular, não deixe a arbitrária lei dos três cliques parar você.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2. </strong><strong>Tenha em mente o “padrão em F” para dispor seu conteúdo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Jakob Nielsen, pioneiro no campo da usabilidade, conduziu um estudo de rastreamento ocular na leitura dos hábitos dos usuários compreendendo mais de 230 participantes. O que a pesquisa abordou foi que os participantes apresentaram um “padrão em F” na digitação de conteúdo na web.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/09/17-02_fpattern.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-355" title="17-02_fpattern" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/09/17-02_fpattern.jpg" alt="" width="550" height="245" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Um estudo semelhante, realizado pela Enquiro e Did-it em colaboração com a Eyetools, testemunhou um padrão semelhante, quando foram avaliados as páginas de resultados dos mecanismos de busca do Google com um estudo de rastreamento ocular que incluiu 50 participantes. O estudo foi apelidado de “Google Triângulo Dourado”.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/09/17-03_google_searchs_golden_triangle1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-359" title="17-03_google_searchs_golden_triangle" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/09/17-03_google_searchs_golden_triangle1.jpg" alt="" width="550" height="470" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Para os designers esses resultados sugerem que o conteúdo que os usuários querem ver deve ser localizado na esquerda da página e também que o uso do conteúdo que se encaixa num “padrão em F” (tais como títulos seguidos de parágrafos) aumenta a probabilidade de que eles sejam encontrados por um usuário que está procurando a página.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3. </strong><strong>Não faça os usuários esperarem: melhore a velocidade do seu site</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Desde sempre nós fomos avisados que os usuários são impacientes: eles detestam esperar.</p>
<p style="text-align: justify;">Desse modo, Bing, o mecanismo de busca da Microsoft, conduziu uma análise para conferir se há alguma correlação entre a velocidade de uma página <em>versus </em>numerosos indicadores de desempenho, tais como satisfação e velocidade por clique.</p>
<p style="text-align: justify;">O relatório mostrou que um aumento de pelo menos 2 segundos de atraso na página reduz a satisfação do usuário em -3,8%, perda de receita por usuário em -4,3% e uma redução de cliques em -4,3%, entre outros resultados. Para uma empresa tão grande como a Microsoft, mesmo a queda de 4,3% na receita pode equivaler a vários milhões de dólares perdidos.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/09/17-09_bing_reduction.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-357" title="17-09_bing_reduction" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/09/17-09_bing_reduction.jpg" alt="" width="550" height="240" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">De fato, os usuários são impacientes: eles estão menos satisfeitos e vão reduzir o número de cliques se esperarem muito tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Six Revisions</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Confira outras dicas de usabilidade no próximo post da <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/">TouchPoints</a></strong>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/10-dicas-de-usabilidade-comprovadas-por-pesquisas-%e2%80%93-parte-i.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Aspectos emocionais e o Design</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/aspectos-emocionais-e-o-design.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/aspectos-emocionais-e-o-design.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Aug 2011 17:39:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caroline Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Centrado no Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[aspectos emocionais]]></category>
		<category><![CDATA[Design centrado no usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Donald A. Norman]]></category>
		<category><![CDATA[o design do dia a dia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=345</guid>
		<description><![CDATA[Acompanhando a usabilidade, o preço e a qualidade de determinado site ou produto, a emoção tem grande influência na decisão de compra dos usuários. Nesse diapasão, Donald A. Norman – professor de psicologia cognitiva, formado em Ciências da Computação e Engenharia Elétrica pelo MIT e Doutor em Filosofia e Psicologia pela Universidade da Pensilvânia –, &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/aspectos-emocionais-e-o-design.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Acompanhando a <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/usabilidade">usabilidade</a></strong>, o preço e a qualidade de determinado site ou produto, a emoção tem grande influência na decisão de compra dos usuários.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse diapasão, Donald A. Norman – professor de psicologia cognitiva, formado em Ciências da Computação e Engenharia Elétrica pelo MIT e Doutor em Filosofia e Psicologia pela Universidade da Pensilvânia –, focando seus estudos no <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/experiencia-do-usuario">Design centrado no usuário</a></strong>, explica a importância dos aspectos viscerais, comportamentais e reflexivos no Design, demonstrando como a emoção implica nas decisões tomadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/08/user-centered-design.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-346" title="user-centered-design" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/08/user-centered-design.jpg" alt="" width="350" height="301" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Norman, autor do livro “O design do dia a dia”, existem três tipos de <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/experiencia-do-usuario">design</a></strong>:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>• Design visceral: </strong>focado na aparência.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>• Design comportamental: </strong>enfoca o prazer e a eficácia do uso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>• Design reflexivo: </strong>inseparável, envolve os aspectos emocionais.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Desse modo, para alguns usuários, principalmente os mais lógicos, o design visceral ou o design da aparência já se torna suficiente para gerar algum tipo de emoção. Porém, esses usuários não são a maioria.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/08/fig1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-347" title="fig1" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/08/fig1.jpg" alt="" width="520" height="131" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A grande maioria dos usuários baseia suas escolhas através das emoções, assim, se o usuário se sente confortável e tem todas as suas necessidades atendidas durante a navegação num site, ele, provavelmente, retornará ao site e as vendas apresentarão um bom desempenho.</p>
<p style="text-align: justify;">Com isso em mente, o Design centrado no usuário começa por analisar as necessidades, objetivos, desejos e comportamentos dos usuários que podem influenciar nas tomadas de decisões.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, garantir a análise correta do comportamento dos usuários é fundamental para garantir o sucesso de um site, marca ou produto.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Webinsider</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/aspectos-emocionais-e-o-design.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Princípios do Design: a filosofia da experiência do usuário</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/principios-do-design-a-filosofia-da-experiencia-do-usuario.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/principios-do-design-a-filosofia-da-experiencia-do-usuario.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Aug 2011 18:31:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caroline Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Centrado no Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia da experiência do usuário]]></category>
		<category><![CDATA[ignite nyc]]></category>
		<category><![CDATA[princípios de design]]></category>
		<category><![CDATA[whitney hess]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=324</guid>
		<description><![CDATA[A prática de experiência do usuário se refere em fazer a vida das pessoas mais fácil, focando nas suas necessidades, que são analisadas através da observação de seu comportamento. O designer tem a responsabilidade de realizar um design com princípios. Whitney Hess, designer independente de experiência do usuário, escritora e consultora, apresenta a filosofia da &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/principios-do-design-a-filosofia-da-experiencia-do-usuario.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A prática de <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/experiencia-do-usuario" target="_blank">experiência do usuário</a></strong> se refere em fazer a vida das pessoas mais fácil, focando nas suas necessidades, que são analisadas através da observação de seu comportamento. O designer tem a responsabilidade de realizar um design com princípios.</p>
<p style="text-align: justify;">Whitney Hess, designer independente de experiência do usuário, escritora e consultora, apresenta a filosofia da experiência do usuário no evento <em>Ignite NYC</em>, explorando de forma bem humorada o assunto e utilizando exemplos da vida real.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/08/1330328047-3.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-327" title="1330328047-3" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/08/1330328047-3.png" alt="" width="301" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Ignite NYC</em> é um evento cujos participantes possuem apenas 5 minutos e um número limitado de slides para apresentar uma ideia. Baseando-se nessas normas, Whitney apresenta dez princípios, que podem ser interpretados da seguinte maneira:</p>
<blockquote>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong>Fique fora do caminho das pessoas:</strong> não crie obstáculos desnecessários para a navegação dos usuários no site. Não exagere em links, propagandas, imagens e informações sem utilidade. Seja objetivo e direto.</li>
<li><strong>Crie uma hierarquia que combine com as necessidades das pessoas: </strong>organize links e informações conforme a necessidade e desejos dos usuários. Observe o comportamento deles, os links mais acessados e informações mais procuradas para criar uma hierarquia.</li>
<li><strong>Limite distrações: </strong>distrações equivalem a desvantagens. Por exemplo, quando um cliente está finalizando uma compra, ele não está interessado em observar outros produtos. Como também não é vantajoso realizar propagandas de diversos produtos e de lojas conveniadas, o cliente poderá se irritar ou procurar em outra loja o produto desejado.</li>
<li><strong>Forneça informações fortes: </strong>de preferência, disponibilize as informações mais relevantes na página inicial, como as informações para contato, link para uma página com a descrição da empresa e seus serviços, promoções e descontos. As informações devem ser de fácil acesso aos usuários.</li>
<li><strong>Forneça indicações e sugestões:</strong> sempre indique ao usuário em que página do site ele se encontra, como também nunca se esqueça de oferecer um link direto para a página inicial. Também sugira produtos e páginas relacionadas.</li>
<li><strong>Forneça contexto:</strong> situe o cliente em relação ao mercado que a empresa atua. Não desvirtue as informações que os clientes necessitam saber sobre a empresa.</li>
<li><strong>Use restrições adequadamente:</strong> é da natureza humana não se sentir bem quando se encontram num lugar ou situação com muitas restrições. Deixe o cliente à vontade ao acessar o site, garanta que todas as páginas estejam de acordo e que todos os links estejam funcionando. Como qualquer outra pessoa, os clientes não gostam de encontrar restrições desnecessárias e obstáculos para alcançarem objetivos simples.</li>
<li><strong>Faça ações reversíveis:</strong> disponibilize sempre um método para o cliente voltar atrás, seja no momento da compra, onde ele possa voltar para o passo anterior, seja para determinada página do site que ele perdeu.</li>
<li><strong>Forneça retorno: </strong>sempre responda às dúvidas, críticas e sugestões dos clientes. Nunca os deixem sem respostas.</li>
<li><strong>Dê uma boa primeira impressão: </strong>a primeira impressão é a que fica. Garanta que sua página inicial possua todas as características necessárias para uma boa primeira impressão da empresa.</li>
</ol>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Confira abaixo a íntegra do vídeo:</p>
<p><iframe width="560" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/94HOViTj4iA" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Arquitetura de Informação</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/principios-do-design-a-filosofia-da-experiencia-do-usuario.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>As diferenças (e a relação) entre usabilidade e experiência do usuário</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/as-diferencas-e-a-relacao-entre-usabilidade-e-experiencia-do-usuario.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/as-diferencas-e-a-relacao-entre-usabilidade-e-experiencia-do-usuario.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 17:09:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caroline Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Centrado no Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[diferenças]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do usuário]]></category>
		<category><![CDATA[relação]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=315</guid>
		<description><![CDATA[Anteriormente, os sites que focavam seu design na usabilidade possuíam um grande diferencial competitivo. Todavia, atualmente, com a visível transformação comportamental dos usuários, os quais se tornaram cada vez mais exigentes, a experiência do usuário tornou-se tão essencial quando a usabilidade, sendo responsável por decifrar as inúmeras necessidades dos usuários. As diferenças • Definição ISO: &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/as-diferencas-e-a-relacao-entre-usabilidade-e-experiencia-do-usuario.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Anteriormente, os sites que focavam seu design na <a href="http://www.touchpoints.com.br/usabilidade"><strong>usabilidade</strong></a> possuíam um grande diferencial competitivo. Todavia, atualmente, com a visível transformação comportamental dos usuários, os quais se tornaram cada vez mais exigentes, a <a href="http://www.touchpoints.com.br/experiencia-do-usuario"><strong>experiência do usuário</strong></a> tornou-se tão essencial quando a usabilidade, sendo responsável por decifrar as inúmeras necessidades dos usuários.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>As diferenças</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>• Definição ISO:</strong> usabilidade é a “medida na qual um produto pode ser usado por usuários específicos para alcançar objetivos específicos com eficácia, eficiência e satisfação em um contexto específico de uso”, enquanto a experiência do usuário se preocupa com “todos os aspectos da experiência do usuário ao interagir com um produto, serviço ou ambiente”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>• Objetivo:</strong> relacionando com sites, o objetivo da usabilidade é fazer um site fácil de usar enquanto que o objetivo da experiência do usuário é fazer o usuário feliz, durante e depois da navegação no site. Desse modo, a usabilidade se refere à facilidade com que os usuários alcançam seus objetivos enquanto interagem com determinado site, ao passo que a UX está preocupada com a maneira que os usuários percebem a interação com determinado site.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/08/usability.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-317" title="usability" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/08/usability.jpg" alt="" width="254" height="254" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>• Perguntas: </strong>usabilidade pode ser moldada como uma pergunta, “o usuário pode realizar seu objetivo?”, enquanto a experiência do usuário pode ao mesmo tempo ser formulada como “será que o usuário teve uma experiência tão deliciosa quanto o possível?”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>• Metáforas:</strong> para ilustrar o contraste entre usabilidade e experiência do usuário, profissionais têm as comparado com ciência (usabilidade) <em>versus</em> arte (experiência do usuário) e uma freeway (usabilidade) <em>versus</em> uma estrada de várias curvas na montanha (experiência do usuário). Em essência, essa representação metafórica desses dois termos se concentra em definir algo que é utilizável quanto funcional, simples e que requere menos esforço mental para utilizar. Assim, a freeway é utilizável uma vez que não há tráfego em sentido contrário, permite ir do ponto A ao ponto B de uma maneira rápida, além de possuir uma sinalização consistente, consequentemente, necessita de pouca capacidade de aprendizado. Em termos de usabilidade, a freeway é altamente usável, mas é chato quando avaliado em termos de experiência do usuário. Isto é, algo que se concentra na experiência do usuário é descrito como altamente emocional. Assim, uma estrada de várias curvas na montanha é menos útil, mas, por causa de sua paisagem, o cheiro da natureza e da emoção da subida, transmite ao usuário uma experiência agradável.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>• Recursos necessários:</strong> usabilidade envolve os profissionais que influenciam o design da interface do usuário de um website, enquanto a experiência do usuário ao mesmo tempo requer um esforço coletivo e contínuo de funcionários de vários departamentos, incluindo engenharia, marketing, design gráfico e industrial e design de interface.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/08/mapa-do-tesouro-ux1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-321" title="mapa do tesouro ux" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/08/mapa-do-tesouro-ux1.jpg" alt="" width="626" height="483" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A relação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Usabilidade é um conceito mais restrito do que a experiência do usuário, uma vez que é focada na realização do objetivo de usar um site. Por outro lado, a experiência do usuário é uma “consequência da apresentação, funcionalidade, desempenho do sistema, o comportamento interativo e capacidades de assistência do sistema interativo”. Isto significa basicamente que a experiência do usuário inclui aspectos tais como fatores humanos, design, ergonomia, HCI, acessibilidade e marketing, bem como a usabilidade. Uma forma alternativa de olhar para essa relação é subdividindo experiência do usuário em utilidade, usabilidade, conveniência e experiência de marca, conforme representado na imagem abaixo:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/08/usability-vs-user-experience.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-316" title="usability-vs-user-experience" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/08/usability-vs-user-experience.jpg" alt="" width="683" height="462" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Usability Geek</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/as-diferencas-e-a-relacao-entre-usabilidade-e-experiencia-do-usuario.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Oito componentes de confiança on-line</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/oito-componentes-de-confianca-on-line.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/oito-componentes-de-confianca-on-line.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Aug 2011 18:55:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caroline Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conversão em E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Design Centrado no Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=306</guid>
		<description><![CDATA[Um design centrado no usuário e um site focado na usabilidade não são os únicos fatores que garantem o sucesso de um site. Se você é um indivíduo, organização ou marca, e trabalha com o mundo digital, construir e sustentar a confiança com seu público é um fator chave de crescimento ou decadência de seu negócio. &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/oito-componentes-de-confianca-on-line.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p style="text-align: justify;">Um <a href="http://www.touchpoints.com.br/experiencia-do-usuario"><strong>design centrado no usuário</strong></a> e um site focado na <a href="http://www.touchpoints.com.br/usabilidade"><strong>usabilidade</strong></a> não são os únicos fatores que garantem o sucesso de um site. Se você é um indivíduo, organização ou marca, e trabalha com o mundo digital, construir e sustentar a confiança com seu público é um fator chave de crescimento ou decadência de seu negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">As ações realizadas por um indivíduo ou empresa refletem na confiança dos mesmos. Quanto maiores as ações e experiência positivas, maior será a confiança.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira abaixo oito componentes de confiança on-line:</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>• Verdade:</strong> pratique a comunicação honesta e admita os seus erros. Mentiras, meias verdades, acobertamentos e transferência de culpa irão rapidamente destruir qualquer confiança que você construiu.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>• Privacidade:</strong> faça um comprometimento com os dados de segurança. Nunca use informações pessoais de uma forma que mude a direção de sua política de privacidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>• Promessas:</strong> não quebre a sua marca de promessas. Continuamente, atenda ou exceda as expectativas on-line que você configurou para os usuários.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>• Resposta:</strong> certifique-se de lidar com questões e perguntas rapidamente. Numa era de altas demandas, o público iguala serviço lento com indiferença.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>• Integridade:</strong> aborde cada interação com o público com integridade. Escolha o longo caminho da ética com relação aos preços e serviços, como também com a divulgação, atribuições e outros itens óbvios.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>• Marketing:</strong> pratique publicidades e promoções on-line de forma ética.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>• Transparência:</strong> seja aberto, especialmente em relação às necessidades de informação de seus usuários, como também termos, condições, garantias etc. Não se esconda por trás de suas políticas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>• História:</strong> confiança é criada através da repetição de positivas interações com o passar do tempo.</p>
<p><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/08/digital-trust-600p.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-307" title="digital-trust-600p" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/08/digital-trust-600p.png" alt="" width="600" height="1181" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Social Media Explorer</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Continue acompanhando o blog da <a href="http://www.touchpoints.com.br/"><strong>TouchPoints</strong></a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/oito-componentes-de-confianca-on-line.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A diferença entre usabilidade e acessibilidade na web</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/a-diferenca-entre-usabilidade-e-acessibilidade-na-web.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/a-diferenca-entre-usabilidade-e-acessibilidade-na-web.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 13:10:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caroline Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Centrado no Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Hoa Loranger]]></category>
		<category><![CDATA[Jakob Nielsen]]></category>
		<category><![CDATA[persuasão]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=300</guid>
		<description><![CDATA[Navegando pela internet você encontrará vários artigos, textos e conceitos referentes à usabilidade e à acessibilidade na web que garantem o domínio do assunto em apenas uma leitura. Mas você realmente sabe a diferença entre elas? Analisando muito sites e projetos de web é possível perceber uma excelente usabilidade, ao passo que a acessibilidade passa despercebida. &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/a-diferenca-entre-usabilidade-e-acessibilidade-na-web.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p id="internal-source-marker_0.13909465936012566" style="text-align: justify;" dir="ltr">Navegando pela internet você encontrará vários artigos, textos e conceitos referentes à <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/usabilidade">usabilidade</a></strong> e à acessibilidade na web que garantem o domínio do assunto em apenas uma leitura. Mas você realmente sabe a diferença entre elas?</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">Analisando muito sites e projetos de web é possível perceber uma excelente usabilidade, ao passo que a acessibilidade passa despercebida. Num mundo onde o <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/experiencia-do-usuario">Design</a></strong> está permanentemente ligado à <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/usabilidade">usabilidade</a></strong>, à<strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/experiencia-do-usuario"> experiência do usuário</a></strong> e à <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/design-de-persuasao">persuasão</a></strong>, a acessibilidade não poderia ficar de fora.</p>
<p dir="ltr"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/08/user-experience-300x300.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-301" title="user-experience-300x300" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/08/user-experience-300x300.gif" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
</div>
<div>
<p id="internal-source-marker_0.13909465936012566" style="text-align: justify;" dir="ltr"><strong>O que é usabilidade na web?</strong></p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">O termo “usabilidade” foi criado no início da década de 80, inicialmente utilizado pelas áreas de Psicologia e Ergonomia como substituto da expressão “user-friendly” (amigável). A usabilidade passou a ser determinada como vaga e subjetiva.</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">Vários pesquisadores basearam suas definições do termo na primeira norma de usabilidade, a ISO/IEC 9126, de 1991, sobre a qualidade do software. Abordando o produto e o usuário, o conceito afirmava:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">“Um conjunto de atributos de software relacionado ao esforço necessário para seu uso e para o julgamento individual de tal uso por determinado conjunto de usuários.”</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">Foi através desse conceito que o termo usabilidade ganhou espaço em outras áreas, como na Tecnologia da Informação e Interação Homem-Computador.</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">Todavia, uma definição menos formal foi fornecida por Nielsen e Loranger, que definem usabilidade como um atributo de qualidade que se refere à “rapidez com que os usuários podem aprender a usar alguma coisa, a eficiência deles ao usá-la, o quanto lembram daquilo, seu grau de propensão a erros e o quanto gostam de utilizá-la” (NIELSEN &amp; LORANGER. <em>Usabilidade na web</em>.).</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">Desse modo, fica claro que a usabilidade está relacionada com a eficácia, a eficiência e a satisfação.</p>
</div>
<p><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/08/threecirclesbig.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-302" title="threecirclesbig" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/08/threecirclesbig-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<div>
<p id="internal-source-marker_0.13909465936012566" style="text-align: justify;" dir="ltr"><strong>O que é acessibilidade na web?</strong></p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">O World Wide Web Consortium define acessibilidade na web um atributo através do qual “as pessoas com deficiência possam perceber, compreender, navegar e interagir com a web, e podem contribuir para a web”.</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">De forma mais genérica, a acessibilidade na web refere-se à prática de fazer websites que possam ser utilizados por todas as pessoas, sejam portadoras de deficiências ou não. Quando os sites são corretamente concebidos, desenvolvidos e editados, todos os usuários podem ter igual acesso à informação e funcionalidade.</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr"><strong>Qual a relação e a diferença entre os dois termos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">• Um site acessível beneficiaria todos os usuários, não apenas aqueles que são deficientes;</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">• A acessibilidade é um subconjunto de usabilidade;</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">• Um website não é utilizável a menos que seja acessível;</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">• Enquanto a usabilidade implica em acessibilidade, o contrário  não é necessariamente verdadeiro.</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">De fato, quem se preocupa com a usabilidade de um site deve também se preocupar com questões de acessibilidade. Porém, muitas vezes não é o que acontece. O ideal é utilizar um processo de <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/experiencia-do-usuario"> Design centrado no usuário</a></strong>, onde ambos os termos estejam bem estruturados num projeto de web, com o intuito de alcançar o desempenho esperado.</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">Fontes: Webinsider, Usability Geek e Wikipédia</p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/a-diferenca-entre-usabilidade-e-acessibilidade-na-web.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Central de atendimento E-Commerce Group SA</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/central-de-atendimento-egsa.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/central-de-atendimento-egsa.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 12:38:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contato]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=297</guid>
		<description><![CDATA[Entre em contato com a central de atendimento da E-Commerce Group por telefone. Central de atendimento: São Paulo/SP: 11 4063-6888 Campinas/SP: 19 4062-9888 Rio de Janeiro/RJ: 21 4063-9888 Porto Alegre/RS: 51 4063-9888 Curitiba/PR: 41 4063-9888 Joinville/SC: 47 4063-9888]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="telefones">
<p>Entre em contato com a central de atendimento da E-Commerce Group por telefone.</p>
<div><strong>Central de atendimento: </strong></div>
<div>São Paulo/SP: 11 4063-6888</div>
<div>Campinas/SP: 19 4062-9888</div>
<div>Rio de Janeiro/RJ: 21 4063-9888</div>
<div>Porto Alegre/RS: 51 4063-9888</div>
<div>Curitiba/PR: 41 4063-9888</div>
<div>Joinville/SC: 47 4063-9888</div>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/central-de-atendimento-egsa.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Estilos Cognitivos: Entrando na cabeça do usuário</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/estilos-cognitivos-entrando-na-cabeca-do-usuario.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/estilos-cognitivos-entrando-na-cabeca-do-usuario.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2011 18:03:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caroline Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Centrado no Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[estilos cognitivos]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do usuário]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=288</guid>
		<description><![CDATA[Para abordar assuntos analíticos, dentro dos estilos cognitivos, devem-se realizar estudos etnográficos e entrevistas  com os usuários, a fim de compreender a demografia, metas e tarefas das pessoas que usam determinado produto. Criamos personagens, cenários, etc. Dessa forma pode ser compreendido quem são nossos usuários e o que eles pretendem atingir é fundamental para o trabalho dos designers. Mas até onde a compreensão sobre os usuários realmente pode ir? Claro, saber qual seu suporte socioeconômico, a tarefa que desenvolvem na &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/estilos-cognitivos-entrando-na-cabeca-do-usuario.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Para abordar assuntos analíticos, dentro dos estilos cognitivos, devem-se realizar estudos etnográficos e entrevistas  com os usuários, a fim de compreender a demografia, metas e tarefas das pessoas que usam determinado produto. Criamos personagens, cenários, etc. Dessa forma pode ser compreendido quem são nossos usuários e o que eles pretendem atingir é fundamental para o trabalho dos designers.</p>
<p>Mas até onde a compreensão sobre os usuários realmente pode ir? Claro, saber qual seu suporte socioeconômico, a tarefa que desenvolvem na indústria em que trabalham e as principais tarefas que esperam de um site são pontos fundamentais. Mas há algo mais profundo, como características pessoais de trabalho? Podemos descobrir o que realmente lhes faz serem atraídos?</p>
<p>Há mais de um século, psicólogos têm tentado explicar a gama de diferenças individuais que as pessoas apresentam quando interagem com novas informações. No centro de suas pesquisas sobre estilos cognitivos, as atitudes estáveis​​ são as preferências e estratégias habituais que determinam como um indivíduo processa informações. A compreensão dos estilos cognitivos irá nos ajudar a projetar uma melhor <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/experiencia-do-usuario">experiência do usuário</a></strong>. Confira mais detalhes no próximo post.</p>
<p>Fonte: UX Magazine</p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/estilos-cognitivos-entrando-na-cabeca-do-usuario.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Textos e imagens geram melhores resultados quando apresentados simultaneamente</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/textos-e-imagens-geram-melhores-resultados-quando-apresentados-simultaneamente.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/textos-e-imagens-geram-melhores-resultados-quando-apresentados-simultaneamente.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 Jul 2011 15:03:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Demaman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Centrado no Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Persuasão]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[estilo de aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do usuário]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=277</guid>
		<description><![CDATA[Enquanto cada um de nós tem um estilo de aprendizagem preferido, todos se beneficiam quando a informação é apresentada tanto textualmente quanto visualmente. Um estudo da Universidade da Califórnia apontou um aumento de 30% na solução eficaz de problemas quando a instrução verbal e visual foram dadas ao mesmo tempo (em comparação com o fornecimento &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/textos-e-imagens-geram-melhores-resultados-quando-apresentados-simultaneamente.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto cada um de nós tem um <strong><a href="http://www.designdepersuasao.com.br/estilos-de-aprendizagem-o-lado-cognitivo-do-conteudo.html">estilo de aprendizagem</a></strong> preferido, todos se beneficiam quando a informação é apresentada tanto textualmente quanto visualmente. Um estudo da Universidade da Califórnia apontou um aumento de 30% na solução eficaz de problemas quando a instrução verbal e visual foram dadas ao mesmo tempo (em comparação com o fornecimento de um seguido do outro). Um estudo feito por Jakob Nielsen – guru da <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/usabilidade">usabilidade</a></strong> –  retrata que os usuários gastam uma quantidade significativa de tempo para observar as informações de transporte de imagens. Para melhores resultados, é necessário investir em conteúdo, tanto textual como visual.</p>
<p><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/07/3-pottery-barn.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-278" title="pottery barn" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/07/3-pottery-barn-300x269.jpg" alt="" width="300" height="269" /></a></p>
<p>Uma fotografia pode às vezes ser mais importante que o texto, como nesta lista de produtos da Pottery Barn estudado por Jakob Nielsen.</p>
<p><strong>Visualize informações complexas</strong></p>
<p><strong></strong><br />
Apresentar os dados agregados de forma visual ajuda o usuário entender as informações mais rapidamente e intuitivamente do que apenas textualmente. O Tesouro do Reino Unido, por exemplo, libera um resumo anual de gastos do governo, apresentados ao público como tabelas de dados dentro de um PDF. Quando The Guardian projetou um infográfico para visualizar a proporção de um departamento de gastos para os outros, foi tão incisiva que o Tesouro solicitou cópias impressas para ter em seu escritório.<br />
Infográficos são as formas mais fáceis de perceber a sub-área de conhecimento da <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/experiencia-do-usuario">experiência do usuário</a></strong> chamada de “design de informação”. Saiba mais sobre design de informação nos próximos posts do blog.</p>
<p><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/07/4-guardian-infographic.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-279" title="4-guardian-infographic" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/07/4-guardian-infographic-300x193.jpg" alt="" width="300" height="193" /></a></p>
<p>Na próxima semana, você vai saber mais sobre o uso concreto da linguagem, que mostra que as palavras também podem ser visuais, evocando uma resposta sensorial muito mais forte do que a linguagem abstrata.<br />
Fonte: Johnny Holland Magazine</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/textos-e-imagens-geram-melhores-resultados-quando-apresentados-simultaneamente.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Tipografia &#8211; A expressão gráfica da linguagem verbal</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/tipografia-a-expressao-grafica-da-linguagem-verbal.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/tipografia-a-expressao-grafica-da-linguagem-verbal.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 13 Jul 2011 15:05:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Demaman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design de Persuasão]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Design Persuasivo]]></category>
		<category><![CDATA[layout]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=270</guid>
		<description><![CDATA[Em artigo publicado pelo blog Chapa Branca, o autor português Sandro Lopes fala sobre o mundo da tipografia e do design gráfico, citando como referência sua obra: “Tipografia: o papel das letras no design”. Licenciado em Design pela Universidade de Aveiro, Lopes é um amante da editoração gráfica, do design gráfico e Design Persuasivo. Segundo &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/tipografia-a-expressao-grafica-da-linguagem-verbal.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_271" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/07/moeda5euros_detalhe.jpg"><img class="size-medium wp-image-271" title="moeda euro detalhe" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/07/moeda5euros_detalhe-300x229.jpg" alt="" width="300" height="229" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Google Images</p></div>
<p>Em artigo publicado pelo blog Chapa Branca, o autor português Sandro Lopes fala sobre o mundo da tipografia e do design gráfico, citando como referência sua obra: “Tipografia: o papel das letras no design”. Licenciado em Design pela Universidade de Aveiro, Lopes é um amante da editoração gráfica, do design gráfico e <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/design-de-persuasao">Design Persuasivo</a></strong>.</p>
<p>Segundo Lopes, para muitos, a tipografia é entendida como um sítio onde se imprimem cartões, normalmente confundida com uma gráfica. É verdade que antes de existir o <em>desktop publishing</em>, que permite a qualquer pessoa “ser designer”, a composição tipográfica era uma tarefa de reconhecimento e prestígio, porque se tratava de compor textos que contribuíam para o conhecimento humano. “Não nos podemos esquecer que a História existe porque a Escrita existe, e o intuito da invenção do processo de impressão, dos caracteres móveis, etc., era o de canalizar o conhecimento e espalhar a palavra”, ressalta o autor.</p>
<p>Primeiro veio a palavra, só mais tarde as imagens vieram e com elas a necessidade de um layout diferente de uma coluna de linhas de letras. Isto é o princípio do design editorial, que é para mim, o pai do design gráfico. Richard Hollis explica isto de uma forma muito interessante. O texto faz parte de uma composição e influencia o layout, mais até que os outros elementos, porque depois de tratar o texto, o resto é muito mais fácil de integrar no projeto da <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/experiencia-do-usuario">experiência do usuário</a></strong>. Não se pode esquecer que o intuito do design é a comunicação, e apesar de recorrer a várias linguagens, como a fotografia, ilustração, etc, existe o compromisso de passar informação, normalmente escrita.</p>
<p>A escrita continua a ser a forma mais eficaz de perpetuar o conhecimento e a informação, e de combater o esquecimento. Diz-se que uma imagem vale mil palavras, mas todos somos diferentes e temos critérios de avaliação, pelo a mesma imagem pode valer mil palavras para cada um de nós, segundo critérios e vivências. Consegue-se fazer um cartaz apenas usando letras, mas não usando só imagens. “A tipografia, definida por mim como a expressão gráfica da linguagem verbal, dá-nos as chaves para entender o que nos é proposto, seja um cartaz, um outdoor, uma revista, etc. Representa um discurso, e ninguém gosta que se grite aos ouvidos, ou percebe um sussurro no meio de uma discussão, onde todos falam ao mesmo tempo”. As palavras têm personalidade e materializam visualmente o que diz, daí que devem ser usadas com critério e não apenas como qualquer coisa que “tem de estar” na composição. Confira abaixo alguns vídeos onde o uso da tipografia é o ponto mais importante do design.</p>
<p>Fonte: Blog Chapa Branca</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/tipografia-a-expressao-grafica-da-linguagem-verbal.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Teoria da Codificação Dupla</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/teoria-da-codificacao-dupla.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/teoria-da-codificacao-dupla.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 15:32:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Demaman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Centrado no Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Persuasão]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=258</guid>
		<description><![CDATA[Os modos sensoriais humanos são exteriorizados por estímulos cerebrais. Deste modo, o seu papel é muito mais difusor do que de conduta simples. Assim que adquire novos conhecimentos, o cérebro codifica a informação na memória de longo prazo em modos sensoriais. Em outras palavras, o nosso cérebro usa dois formatos diferentes de texto e imagens, &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/teoria-da-codificacao-dupla.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os modos sensoriais humanos são exteriorizados por estímulos cerebrais. Deste modo, o seu papel é muito mais difusor do que de conduta simples. Assim que adquire novos conhecimentos, o cérebro codifica a informação na memória de longo prazo em modos sensoriais. Em outras palavras, o nosso cérebro usa dois formatos diferentes de texto e imagens, assim como um computador.</p>
<p><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/07/1-dual-coding-theory.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-259" title="1-dual-coding-theory" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/07/1-dual-coding-theory-300x191.jpg" alt="" width="300" height="191" /></a></p>
<p>Os conceitos verbais e visuais são armazenados separadamente, traduzindo uma ideia semântica em um conceito visual, embora seja um processo onipresente. Quando alguém dá instruções de direção, por exemplo, provavelmente, um mapa visual simples é construído mentalmente. Se alguém for montar uma estante com instruções em imagens, a mente irá trabalhar para decodificar essas imagens em etapas verbais.</p>
<p><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/07/2-ikea-instructions.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-260" title="2-ikea-instructions" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/07/2-ikea-instructions-300x240.jpg" alt="" width="300" height="240" /></a></p>
<p>A Teoria de Codificação Dual, desenvolvida por Allan Paivio na década de 1970, revelou uma descoberta importante: as pessoas aprendem melhor quando a informação é apresentada em duas modalidades ao mesmo tempo. Isto é, fornecendo uma explicação verbal e outra visual paralelamente, permitindo que a mente codifique informações em ambos os modos, bem como na construção de links referenciais (semelhantes a hiperlinks na web). Os resultados apresentados pela pesquisa de Paivio tem implicações profundas na <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/experiencia-do-usuario">Experiência do usuário</a></strong>, no que se refere a <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/usabilidade">Usabilidade</a></strong>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/teoria-da-codificacao-dupla.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Estilos de aprendizagem: o lado cognitivo do Conteúdo</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/estilos-de-aprendizagem-o-lado-cognitivo-do-conteudo.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/estilos-de-aprendizagem-o-lado-cognitivo-do-conteudo.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Jun 2011 14:10:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Demaman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Experiência do Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do usuário]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=250</guid>
		<description><![CDATA[As diferenças entre as pessoas têm um profundo impacto na satisfação das necessidades de usuários distintos. Não somente pelos sotaques diferentes, os penteados e gostos musicais, mas até mesmo os processos cognitivos &#8211; os blocos de construção do ser humano &#8211; são substancialmente diferentes. Compreender como as pessoas aprendem é fundamental e um pré-requisito de &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/estilos-de-aprendizagem-o-lado-cognitivo-do-conteudo.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_254" class="wp-caption alignleft" style="width: 265px"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/06/04-significado_alchimia.jpg"><img class="size-medium wp-image-254" title="04-significado_alchimia" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/06/04-significado_alchimia-255x300.jpg" alt="" width="255" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Abcdesign</p></div>
<p>As diferenças entre as pessoas têm um profundo impacto na satisfação das necessidades de usuários distintos. Não somente pelos sotaques diferentes, os penteados e gostos musicais, mas até mesmo os processos cognitivos &#8211; os blocos de construção do ser humano &#8211; são substancialmente diferentes. Compreender como as pessoas aprendem é fundamental e um pré-requisito de qualquer boa <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/experiencia-do-usuario">Experiência do usuário</a></strong>.</p>
<p><strong>Dos 5 sentidos à 3 modalidades</strong></p>
<p>O homem experimenta o mundo através dos sentidos. Apesar do ensino escolar dizer que existem cinco sentidos, os psicólogos os definem em três &#8220;modalidades sensoriais&#8221;: verbal, visual e sinestésico. Embora todo mundo aprenda com os três modos, cada um favorece o outro, resultando em três diferentes estilos de aprendizagem:</p>
<p>Os <em>Verbal Learners</em> são os mais capacitados para absorver a informação escrita e falada. Seu aprendizado é baseado em texto (ler um livro, pesquisa on-line) ou auditivo (uma palestra em sala de aula ou conversa pessoal). Neste caso, os alunos têm acesso verbal pronto para conteúdo em seu meio preferido.</p>
<p>Por outro lado, os <em>Visual learners</em>, absorvem as informações de gráficos, diagramas, cronogramas, mapas e outras imagens concretas com mais facilidade do que a palavra escrita ou falada.</p>
<p>Os <em>Kinesthetic learners</em> desfrutam de atividades manuais que envolvam movimento (dança, artesanato em cerâmica, madeira). Embora a aprendizagem sinestésica seja pouco inserida na computação, ela desempenha um papel muito mais significativo em interfaces gestuais e móveis.</p>
<p>No próximo post você poderá saber mais sobre a Teoria da Codificação Dupla, empregada em conceitos verbais e visuais, para construir uma ideia semântica dentro de um conceito visual.</p>
<p>Fonte: Johnny Holland Magazine</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/estilos-de-aprendizagem-o-lado-cognitivo-do-conteudo.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Design pode ser usado para influenciar decisões dos consumidores</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/design-pode-ser-usado-para-influenciar-decisoes-dos-consumidores.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/design-pode-ser-usado-para-influenciar-decisoes-dos-consumidores.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Jun 2011 14:52:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Demaman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Centrado no Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Persuasão]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Design centrado no usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do usuário]]></category>
		<category><![CDATA[TouchPoints]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=240</guid>
		<description><![CDATA[Uma forma bastante eficaz de influenciar o comportamento dos consumidores é dar a eles um motivo aceitável para a compra. Neste contexto, surge o Design de Persuasão, que identifica potenciais, obstáculos e influências emocionais capazes de provocar ações e reações, nos diferentes estágios de interação do uso de um produto. É preciso sentir as emoções &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/design-pode-ser-usado-para-influenciar-decisoes-dos-consumidores.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_242" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/06/andree-putman-voie-lactee.jpg"><img class="size-medium wp-image-242" title="Design de Persuasão" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/06/andree-putman-voie-lactee-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: toutelaculture.com</p></div>
<p>Uma forma bastante eficaz de influenciar o comportamento dos consumidores é dar a eles um motivo aceitável para a compra. Neste contexto, surge o <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/design-de-persuasao">Design de Persuasão</a></strong>, que identifica potenciais, obstáculos e influências emocionais capazes de provocar ações e reações, nos diferentes estágios de interação do uso de um produto.</p>
<p>É preciso sentir as emoções que influenciam o comportamento das pessoas e a tomada de decisões, e, em seguida, agir sobre essas informações para projetar a interação do usuário de uma forma atraente e intencional.</p>
<p>Considerado um subconjunto da <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/experiencia-do-usuario">Experiência do usuário</a></strong> (UX – User Experience), o Design Persuasivo, aplica princípios psicológicos de influência, de tomada de decisão em um contexto de consumo, estratégia de engajamento e psicologia social em todas as fases do processo de UX.</p>
<p>Empresas como a <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br">TouchPoints</a></strong>, que investem em <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/usabilidade">Usabilidade</a></strong> e <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/experiencia-do-usuario">Design centrado no usuário</a></strong> de maneira persuasiva, geram melhores resultados e mais satisfação dos clientes.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/design-pode-ser-usado-para-influenciar-decisoes-dos-consumidores.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>4 características básicas para tornar os projetos web mais acessíveis</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/4-caracteristicas-basicas-para-tornar-os-projetos-web-mais-acessiveis.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/4-caracteristicas-basicas-para-tornar-os-projetos-web-mais-acessiveis.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 19:07:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Demaman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Centrado no Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do usuário]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=232</guid>
		<description><![CDATA[O princípio da Acessibilidade e Usabilidade, afirma que os projetos devem ser utilizados ​​por pessoas de habilidades diversas, sem adaptação especial. Há quatro características de projetos acessíveis: perceptibilidade, operacionalidade, simplicidade, e perdão. A perceptibilidade é alcançada quando todos podem perceber o design, indepentente das habilidades sensoriais do usuário. Para melhorar a perceptibilidade é necessário apresentar informações &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/4-caracteristicas-basicas-para-tornar-os-projetos-web-mais-acessiveis.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_233" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/06/img_606X341_terraviva-Eco-design-Sustainability-with-style2.jpg"><img class="size-medium wp-image-233" title="Design de persusão" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/06/img_606X341_terraviva-Eco-design-Sustainability-with-style2-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Euronews</p></div>
<p>O princípio da Acessibilidade e <strong><a href=" http://www.touchpoints.com.br/usabilidade">Usabilidade</a></strong>, afirma que os projetos devem ser utilizados ​​por pessoas de habilidades diversas, sem adaptação especial. Há quatro características de projetos acessíveis: <em>perceptibilidade, operacionalidade, simplicidade, e perdão</em>.</p>
<p>A <em>perceptibilidade</em> é alcançada quando todos podem perceber o design, indepentente das habilidades sensoriais do usuário. Para melhorar a perceptibilidade é necessário apresentar informações usando métodos de codificação redundantes (por exemplo, textual, icônico, e tátil); oferecer compatibilidade com tecnologias sensoriais (por exemplo, tags ALT para imagens na Internet) e posicionar os controles e informações adequadamente para que os usuários possam percebê-los.</p>
<p>A <em>operabilidade</em> é alcançada quando todos podem usar o design, independentemente de habilidades. Para melhorar a operacionalidade deve-se minimizar as ações repetitivas e a necessidade de esforço físico sustentado; facilitar o uso de controles; fornecer compatibilidade com tecnologias e os controles de posição e informações.</p>
<p>Se tratando de <em>simplicidade</em>, ela é alcançada quando todos podem facilmente entender e usar o design,por contar menos com a experiência, seja em relação a alfabetização ou nível de concentração de cada usuário.</p>
<p>O <em>perdão</em> é relacionado ao ato de minimizar a ocorrência e as consequênciasde erros. Advertências, ações reversíveis e algumas redes de segurança podem minimizar as consequências do erros.</p>
<p>A <em>acessibilidade</em> é um aspecto importante da <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/experiencia-do-usuario">Experiência do Usuário</a></strong>, pois como o nome mesmo diz, ela torna o conteúdo, as funcionalidades, toda a experiência mais acessível, independente das diferenças existentes entre os usuários. Além disso, a acessibilidade é vista como uma grande aliada no trabalho de SEO (otimização para mecanismos de busca), influenciando positivamente na indexação dos sites web pelos mecanismos de busca.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/4-caracteristicas-basicas-para-tornar-os-projetos-web-mais-acessiveis.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Design de Persuasão</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/design-de-persuasao.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/design-de-persuasao.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Jun 2011 15:08:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Demaman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conversão em E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Design Centrado no Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Persuasão]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Otimização da taxa de conversão]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Otimização taxa de conversão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=212</guid>
		<description><![CDATA[De acordo com estudos do Massachusetts Institute of Technology (MIT), existem algumas formas de “viciar” as pessoas em determinados sites. O que se procura é utilizar estratégias inteligentes e eficazes que ajudem a moldar o comportamento dos visitantes de um web site, orientando os mesmos para ações desejadas por quem o criou. É o que &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/design-de-persuasao.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com estudos do Massachusetts Institute of Technology (MIT), existem algumas formas de “viciar” as pessoas em determinados sites. O que se procura é utilizar estratégias inteligentes e eficazes que ajudem a moldar o comportamento dos visitantes de um web site, orientando os mesmos para ações desejadas por quem o criou. É o que se chama de Design de Persuasão.</p>
<p>Este <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/experiencia-do-usuario">Design</a></strong>, aplicado no E-commerce, conta com uma longa lista de aspectos distintos que são usados para “guiar” os usuários por meio de técnicas psicológicas levando-os a fazer o que queremos ou na direção que queremos.</p>
<p>Entre estes aspectos (coleção, validação social, reciprocidade, compromisso e descoberta entre vários outros) o que se encaixa melhor nesse estudo do MIT é sem dúvida o da descoberta, também chamado de efeito dopamina.</p>
<p>Neste sentido o designer não é um elemento neutro no processo de criação, ele não se preocupa apenas em comunicar, mas vai além, utilizando elementos psicológicos para guiar os usuários.<br />
Seguindo a linha de raciocínio da pesquisa do MIT, podemos nos utilizar de pequenos elementos no site para reforçar esta sensação de sucesso (completar com perfeição alguma tarefa) especialmente em se tratando de sites de E-commerce e <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/secao/blog/conversao-em-e-commerce">Conversão em E-commerce</a></strong>.</p>
<p>Um fator fundamental na utilização dessas técnicas é que elas sejam aplicadas de forma contínua, visando a evolução de um produto ou serviço. A <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br">Touch Points</a></strong> dispõe de um serviço de <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/secao/blog/otimizacao-da-taxa-de-conversao">Otimização taxa de conversão</a></strong> de sites transacionais, principalmente para lojas virtuais. Este trabalho está apoiado na melhoria da <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/experiencia-do-usuario">Experiência do usuário</a></strong> e no uso do design de persuasão para influenciar o comportamento dos usuários.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/design-de-persuasao.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Usabilidade garante melhor interação nas corporações</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/usabilidade-garante-melhor-interacao-nas-corporacoes.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/usabilidade-garante-melhor-interacao-nas-corporacoes.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 May 2011 13:55:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Demaman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Experiência do Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do usuário]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=197</guid>
		<description><![CDATA[O envolvimento do usuário em um projeto deve ser uma prática frequente nas corporações que desenvolvem sistemas interativos. O objetivo, segundo os autores do livro ERGONOMIA E USABILIDADE – Conhecimentos, Métodos e Aplicações, é fazer com que os sistemas ou produtos tenham maior qualidade e aceitação proporcionando uma melhor Experiência do usuário. Para garantir bons &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/usabilidade-garante-melhor-interacao-nas-corporacoes.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O envolvimento do usuário em um projeto deve ser uma prática frequente nas corporações que desenvolvem sistemas interativos. O objetivo, segundo os autores do livro ERGONOMIA E USABILIDADE – Conhecimentos, Métodos e Aplicações, é fazer com que os sistemas ou produtos tenham maior qualidade e aceitação proporcionando uma melhor <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/experiencia-do-usuario">Experiência do usuário</a></strong>.</p>
<p>Para garantir bons resultados na participação do usuário no projeto existem algumas formas de envolvimento, as quais o usuário pode estar envolvido como fonte de informação, como avaliador ou, também, como coautor de soluções de interface.</p>
<p>De acordo com o livro <em>The usability engineering lifecycle</em>, publicado por Deborah Mayhew, em 1997, existem quatro tipos de atividades de análise de requisitos cujos resultados são usados para especificar o contexto de Usabilidade:</p>
<p><strong>Análise do perfil do usuário –</strong> conhecer as características, atributos pessoais e habilidades ao desenvolver tarefas.</p>
<p><strong>Análise do contexto da tarefa –</strong> conhecer os objetivos e resultados, a estrutura, tempo de duração, custos, incidentes etc.</p>
<p><strong>Análise de possibilidades e restrições da plataforma –</strong> examinar as possibilidades e restrições em termos de equipemento, sistema operacional, ambientes de janelas, recursos de rede etc.</p>
<p><strong>Análise de princípios gerais para o projeto –</strong> esta atividade é de pesquisa e catalogação do conhecimento ergonômico para criação da interface no contexto de uso no qual o sistema está inserido.</p>
<p>Com estes levantamentos, são especificadas metas para a <strong><a href="http://www.touchpoints.com.br/usabilidade">Usabilidade</a></strong> do futuro sistema. A empresa que visa tornar a usabilidade como filosofia de trabalho deve definir as atividades de um departamento ou função, saber quais são as metas e objetivos das atividades, definir os procedimentos para integração das atividades de usabilidade com demais atividades, bem como os responsáveis por essas atividades sabendo as maneiras de fornecer o feedback e documentar as atividades realizadas.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/usabilidade-garante-melhor-interacao-nas-corporacoes.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como as cores afetam as decisões de compra?</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/como-as-cores-afetam-as-compras.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/como-as-cores-afetam-as-compras.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 May 2011 16:11:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tatiane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Persuasão]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do Usuário]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=173</guid>
		<description><![CDATA[Existem diversos gatilhos de persuasão que influenciam o usuário na decisão de compra e as cores possuem um importante papel na concepção do design persuasivo. Saiba mais sobre a psicologia das cores visualizando o infográfico abaixo que compila uma série de estudos e pesquisas sobre o assunto. Fonte: Kissmetrics blog]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existem diversos <a title="Design de persuasão" href="http://www.touchpoints.com.br/design-de-persuasao">gatilhos de persuasão</a> que influenciam o usuário na decisão de compra e as cores possuem um importante papel na concepção do design persuasivo.</p>
<p>Saiba mais sobre a psicologia das cores visualizando o infográfico abaixo que compila uma série de estudos e pesquisas sobre o assunto.</p>
<div id="attachment_174" class="wp-caption aligncenter" style="width: 295px"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/05/color-purchases-lrg.png"><img class="size-full wp-image-174 " title="Como as cores afetam as compras" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/05/color-purchases-sm1.png" alt="Como as cores afetam as compras" width="285" height="1347" /></a><p class="wp-caption-text">Como as cores afetam as compras</p></div>
<p>Fonte: Kissmetrics blog</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/como-as-cores-afetam-as-compras.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Técnicas relevantes para monitoramento e otimização de conversão com Google Analytics e Google WebSite Optimizer</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/tecnicas-conversao.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/tecnicas-conversao.html#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 May 2011 22:31:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tatiane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Conversão em E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Otimização da taxa de conversão]]></category>
		<category><![CDATA[funil de conversão]]></category>
		<category><![CDATA[google analytics]]></category>
		<category><![CDATA[google website optimizer]]></category>
		<category><![CDATA[otimização da taxa de conversão]]></category>
		<category><![CDATA[teste a/b]]></category>
		<category><![CDATA[testes comparativos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=108</guid>
		<description><![CDATA[No post de estréia do blog da TouchPoints resolvemos fazer apresentar de forma resumida algumas das ferramentas e técnicas que utilizamos para monitorar e otimizar a taxa de conversão em sites e e-commerce. 1) Teste A/B e multivariado O teste A/B é uma ferramenta simples de otimização utilizada para verificar qual versão de uma página &#8230; <a href="http://www.touchpoints.com.br/tecnicas-conversao.html">Read more <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No post de estréia do blog da <a href="http://www.touchpoints.com.br/a-touchpoints">TouchPoints</a> resolvemos fazer apresentar de forma resumida algumas das ferramentas e técnicas que utilizamos para monitorar e <a title="Otimização de conversão em e-commerce" href="http://www.touchpoints.com.br/nossos-servicos">otimizar a taxa de conversão em sites e e-commerce</a>.</p>
<p><strong>1) Teste A/B e multivariado</strong></p>
<p>O teste A/B é uma ferramenta simples de otimização utilizada para verificar qual versão de uma página web é mais efetiva, comparando a taxa de conversão dos usuários em cada uma das versões. Já o teste multivariado é mais robusto e deve ser utilizado para testar múltiplas variações de conteúdo em uma página.</p>
<p>Testes como estes são fundamentais para que se comprove qual solução tem melhor resultado considerando dados quantitativos de conversão dos usuários. Com informações ricas como essas, as empresas deixam de tomar decisões baseadas em opiniões pessoais ou suposições vagas e passam a atuar com dados de alta fidelidade na tomada de decisão.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl id="attachment_145" class="wp-caption aligncenter" style="width: 652px;">
<dt><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/05/twitterbutton.png"><img title="Exemplo de teste com os botões de cadastro do Twitter" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/05/twitterbutton.png" alt="Exemplo de teste com os botões de cadastro do Twitter" width="642" height="169" /></a></dt>
<dd>Exemplo de teste com os botões de cadastro do Twitter</dd>
</dl>
</div>
<p>É preciso deixar claro que testes assim não substituem um técnica de avaliação como o teste de usabilidade, mas podem oferecer respostas para dúvidas pontuais. Por exemplo, um designer pode querer testar se um botão de “comprar” converte mais usuários quando posicionado a direita na interface e com a cor de fundo azul, se as chamadas de conteúdo com imagem converte recebe mais cliques do que chamadas sem imagem e com o texto maior, etc.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 262px"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/05/testab_google.png"><img title="Exemplo de teste A/B no Gmail" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/05/testab_google.png" alt="Exemplo de teste A/b no Gmail" width="252" height="213" /></a><p class="wp-caption-text">Exemplo de teste A/b no Gmail</p></div>
<p>O <a title="Google Website Optimizer" href="http://www.google.com/websiteoptimizer">Google WebSite Optimizer</a> é uma das ferramentas gratuitas para efetuar testes comparativos, mas existem dezenas de outras ferramentas gratuitas e pagas no mercado e trataremos sobre elas em posts posteriores.</p>
<p><strong>2) Funil de conversão</strong><br />
Funis são caminhos importantes que devem ser percorridos pelo usuário durante a navegação. Com um funil é possível principalmente mapear e corrigir abandonos observando páginas onde há uma considerável evasão por parte dos usuários.</p>
<p>Para configurar um funil é preciso efetuar diferentes configurações, mas as principais são os objetivos de conversão, URL de origem e destino e URLs que fazem parte do funil. O Google Analytics e outras ferramentas que possuem esse recursos exibem os dados do funil graficamente e também oferece detalhamento como total de conversões, taxa de abandono em cada página no funil, entre outros.</p>
<p>Como a quantidade de usuário naturalmente diminui de acordo com o nível de aprofundamento de navegação e conteúdo, é importante que sejam definidas quais taxas de abandono são aceitáveis para não haver nenhum erro de julgamento durante a análise.</p>
<div id="attachment_150" class="wp-caption aligncenter" style="width: 600px"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/05/funil.png"><img class="size-full wp-image-150" title="Visualização do funil de conversão no Google Analytics" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/05/funil.png" alt="Visualização do funil de conversão no Google Analytics" width="590" height="140" /></a><p class="wp-caption-text">Visualização do funil de conversão no Google Analytics</p></div>
<p><strong>3) Segmentação</strong><br />
Segmentação de usuário é  uma divisão dos usuários em grupos com interesses, perfis ou comportamentos semelhantes. Essa divisão pode ocorrer através de dados submetidos pelo usuário em formulários (campo profissão, sexo, idade…), seções em que o usuário navegou ou qualquer outra informação que a empresa tenha interesse e seja possível de se capturar, considerando sempre as políticas de privacidade divulgadas pela empresa. Por padrão, o Google Analytics possui segmentos pré-configurados, mas em alguns projetos é importante saber no detalhe “com quem estamos falando” e isso pode refletir em entrega diferenciada de conteúdo e até informações de valor para a criação de Personas.</p>
<div id="attachment_147" class="wp-caption aligncenter" style="width: 479px"><a href="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/05/segmentacaopadraoga.png"><img class="size-full wp-image-147" title="Segmentação padrão do Google Analytics" src="http://www.touchpoints.com.br/wp-content/uploads/2011/05/segmentacaopadraoga.png" alt="Segmentação padrão do Google Analytics" width="469" height="174" /></a><p class="wp-caption-text">Segmentação padrão do Google Analytics</p></div>
<p><strong>4) Tracking</strong><br />
No Google Analytics é possível rastrear todas ações de clique realizadas pelo usuário, inclusive em páginas com ajax e conteúdo multimídia. Veja abaixo alguns exemplos de rastreamentos possíveis:</p>
<ul>
<li>· Quais conteúdos são pouco ou bastante consumidos pelo usuário em uma determinada página;</li>
<li>· Qual a quantidade de cliques em um item expecífico do menu principal;</li>
<li>· Quais documentos foram baixados pelos usuários esta semana;</li>
<li>· Que personalização os usuários fazem para visualização da interface (aumento de fonte, expansão de menu…).</li>
</ul>
<p><strong>Otimização contínua</strong></p>
<p><strong></strong>Um fator fundamental na utilização desses técnicas é que elas sejam aplicadas de forma contínua, buscando a melhoria evolutiva de um produto ou serviço. A <a href="http://www.touchpoints.com.br/a-touchpoints">TouchPoints</a> oferece um serviço de <a title="Otimização da taxa de conversão" href="http://www.touchpoints.com.br/nossos-servicos">otimização contínua da taxa de conversão</a> de sites transacionais, principal lojas virtuais e este trabalho está apoiado na melhoria da <a title="Experiência do Usuário" href="http://www.touchpoints.com.br/experiencia-do-usuario">experiência do usuário</a> e no uso do <a href="http://www.touchpoints.com.br/design-de-persuasao">design de persuasão</a> para influenciar o comportamento dos usuários.</p>
<p>Umas das etapas cruciais da <a href="http://www.touchpoints.com.br/nossos-servicos">otimização</a> é análise dos dados monitorados, pois é nele que identificamos padrões e tendências comportamentais que são utilizados como insumo argumentativo na sugestão de melhorias evolutivas ou são testados para que se tenha certeza na escolha da melhor solução.</p>
<p>Nos próximos posts detalharemos melhor as técnicas, métodos e práticas utilizadas pela TouchPoints.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/tecnicas-conversao.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Formuláro enviado com sucesso</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/formularo-enviado-com-sucesso.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/formularo-enviado-com-sucesso.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 May 2011 22:43:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contato]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=122</guid>
		<description><![CDATA[Obrigado. Seu formulário foi enviado com sucesso A equipe comercial da TouchPoints entrará em contato com você nas próximas 48hs.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Obrigado. </strong></p>
<p>Seu formulário foi enviado com sucesso</p>
<p>A equipe comercial da TouchPoints entrará em contato com você nas próximas 48hs.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/formularo-enviado-com-sucesso.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Contato</title>
		<link>http://www.touchpoints.com.br/contato.html</link>
		<comments>http://www.touchpoints.com.br/contato.html#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 01 May 2011 22:35:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contato]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.touchpoints.com.br/?p=116</guid>
		<description><![CDATA[Preencha o formulário abaixo e receba um contato de nossa equipe: Nome&#160; Telefone&#160; Celular&#160; Email&#160; Site da Web&#160; Comentários:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Preencha o formulário abaixo e receba um contato de nossa equipe:</p>
<div id="contato">
<form action="https://www.salesforce.com/servlet/servlet.WebToLead?encoding=UTF-8" method="POST">
<fieldset>
<input name="oid" type="hidden" value="00DA0000000Ii0k" />
<input name="retURL" type="hidden" value="http://www.touchpoints.com.br/secao/retorno-contato" />
<input id="00NA0000002ghID" name="00NA0000002ghID" type="hidden" value="Site Touch Points" /> <label class="overlabel" for="first_name">Nome&nbsp;</p>
<input id="first_name" class="textInput :required" maxlength="40" name="first_name" size="80" type="text" /></label><label class="overlabel" for="phone">Telefone&nbsp;</p>
<input id="phone" class="textInput :required" onkeypress="mascara(this,telefone)" maxlength="14" name="phone" size="80" type="text" /> </label><label class="overlabel" for="mobile">Celular&nbsp;</p>
<input id="mobile" class="textInput :required" onkeypress="mascara(this,telefone)" maxlength="14" name="mobile" size="50" type="text" /></label><label class="overlabel" for="e-mail">Email&nbsp;</p>
<input id="e-mail" class="textInput :required" maxlength="50" name="e-mail" size="50" type="text" /></label><label class="overlabel" for="URL">Site da Web&nbsp;</p>
<input id="URL" class="textInput" onkeypress="mascara(this,site)" maxlength="50" name="URL" size="50" type="text" /></label><label class="overlabel" for="00NA00000012MzO">Comentários:<textarea id="00NA00000012MzO" class="textInput :required" cols="16" rows="2" name="00NA00000012MzO"></textarea></label></p>
<input name="submit" type="submit" value="Enviar" /></fieldset>
</form>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.touchpoints.com.br/contato.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

